A CLASSE PROFESSORAL DE MANAUS, ASSUMIU GREVE POR TEMPO INDETERMINADO DEPOIS DE SOFRER VIOLÊNCIA PROVOCADA PELOS VEREADORES ALIADOS DO PREFEITO BOLÇONARISTA, DAVID ALMEIDA
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Depois de ter seus Direitos Trabalhistas, como tempo de aposentadoria e salários garantidos historicamente, a Classe Professoral de Manaus, a Não-Cidade, juntamente com outros Trabalhadores da Educação, foi violentamente vitimada pelo desconhecimento Político-Democrático dos vereadores aliados do prefeito-bolçonarista, David Almeida.
Dissipados do Real, como transtorno apolítico – um puro caso para estudo da Neurose-Apolítica pela Psicanálise -, os vereadores, envolvidos pela névoa do desconhecimento do que é Trabalho e Educação, resolveram diluir suas percepções e concepções de Sociedade Civil nas percepções e concepções do bolçonarista-prefeito, David Almeida.
Resulta-Resultado, como afirma o pedagogo-paulofreireano, Abdiel Moreno: aprovaram a violência de mudar o tempo de aposentadoria das professoras e professores dilatando a temporalidade-trabalhista, já vivida pela Classe Professoral.
Novamente, entra em cena o pedagogo-paulofreireano, Abdiel Moreno, Resulta-Resultado: A Classe Professoral – que sabe o que é Classe e tem Classe -, colocou em ação seu sindicado, ASPROM, e se reuniu na Praça (para isso que serve politicamente Praça) da Polícia compondo um encontro – no sentido do filósofo, Spinoza – e, em assembleia, discutir a violência antidemocrática.
Aí, não deu outra, quando se tem dignidade e engajamento: a Classe decidiu assumir Greve por Tempo Indeterminado. Até que as percepções e concepções dos vereadores e prefeito mudem em relação às pulsões da Sociedade Civil e em relação à Política da Educação.
Como afirma a professora aposentada, Dona Classenossa: “Em Manaus, a Não-Cidade, o melhor lugar para arranjar um emprego de barão, é no legislativo. Basta não saber o que é Democracia. E, principalmente, a sua Essência-Vital: Educação!”.