DEUS MANDA LEMBRANÇA PARA BOLÇONARO E SEUS BOLÇONOICOS: IMAGINOU? PECOU!
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Quando a fé não move montanhas e muito menos leseiras.
Bolçonaro e seus bolçonoicos se dizem os grandes escolhidos de Deus. Os grandes bíblicos. Entretanto, na prática são umas lástimas: não sabem nada sobre Deus e seus mandamentos. Nem mesmo o seu pastor maleiro.
E ainda inventaram um tal deboche de “Deus acima de todos“. Coisa de ateu.
Só dois exemplos ilustrativos para confirmar que essa gente nem tem pudor para ter um pingo de vergonha de suas lambanças.
1 – O general Mário Fernandez, golpista acusado de ter planejado matar Lula, disse em sua defesa que nunca planejou nenhum assassinato, e que apenas o que a Polícia Federal apresentava como prova de seu intento não passava de alguns “pensamentos digitalizados”.
2 – Bolçonaro para escapar da acusação de que estava se preparando para fugir para Argentina, foi pelo mesmo inteligente caminho: afirmou que o encontrado pela Polícia Federal em seu celular era apenas “um rascunho” de que iria pedir asilo na Argentina.
É aqui que Deus entra com sua lembrança para a gangue lambanceira.
– Deus, em seu mandamento, afirma que não precisa cometer a ação para pecar: basta imaginar.
Exemplo: O cara está fissurado na mulher de seu próximo. Que não se encontra tão próximo. Quer um love com ela, mas tem medo das capoeiradas do seu próximo. Então, o jeito é ir para o consolo da covardia: cinco contra um.
Perante, Deus ele já pecou: imaginou, pecou! Com Deus não tem teretetê!
Se com Deus imaginou, pecou, é lógico que a Justiça sendo dos homens que foram criados a imagem e semelhando do Cara, quem rascunha e digitaliza, pecou: Ou seja: cometeu crime! Para rascunhar e digitalizar, imaginou. Queria executar a ação. Um queria a morte de Lula e o outra queria fugir para Argentina para ficar perto de seu semelhante, Milei.
Com mostra a doutora, Fineucogcel: “Esses caras são muito analfabetos da objetividade. Não sabem que a Filosofia das Ciências-Neuro-Cognitivas derrubam com um leve sopro esses anêmicos argumentos! É fazer muito descaso da inteligência do Xandão. Na verdade, trata-se de transferência-projetiva: eles projetam no Xandão suas deficiências!”.