MENGÃO PEDE PENICO NA COPA MUNDIAL DOS INFANTILOIDES, CANTANDO RENATO RUSSO, QUE O FOGÃO-NORTE-AMERICANO, NÃO PÔDE CANTAR: “ESTAMOS INDO DE VOLTA PRA CASA”
PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG
Afirmavam que o jogador flamenguista, Zico só jogava no Maracanã. Quando ia jogar fora do Maraca, era uma nulidade. Algumas vezes até que jogava para o gasto, e o Mengão ganhava.
O mesmo acontecia jogando na Seleção Brasileira. Um caso típico de Complexo de Édipo: o Maracanã era a proteção paterna. Ou, como diria o psicanalista francês, Lacan: O Maracanã era o falo imaginário para Zico. O que se encontra além do que se ama.
O Mengão de hoje, repete Zico com seu Édipo enroscado no falo-imaginário sem poder se tornar simbólico e muito menos real.
O Mengão, no Brasil, onde, atualmente, predomina a miséria-futebolística, a mais triste situação do futebol brasileiro, só bate em criança: Vascão, Fluzão, Coringão, Fortalezão, e outras crianças, mas quando encontra um Bayern de Munique, o fantasma-edipiano do pai surge assombrando e lascando-lhe uma memorável surra de 4 a 2, com direito a jornalistas brasileiros, dissipados do real, afirmando que o Mengão joga de igual para igual contra qualquer time grande da Europa, e só não ganhou por alguns detalhes. Quais?
Coisa de edipiano desvairado pelo falo-doido. Na linguagem Povão: comportamento de baba-ovo sem sentido e, muito menos, razão. A inteligência deslumbrante do mundo da mídia do futebol brasileiro. Ainda mais quando se trata de ex-jogador dando uma de jornalista e repórter. É mole, manas e manos?
Você já tomou sua cervejinha hoje?
Se o Botafogo, não fosse um time norte-americano ele iria aproveitar a performance do Mengão superior aos times europeus, tirar o maior sarro: “Pega otário! Se aconteceu comigo, porque não pode acontecer contigo. O que é que tu tem quem eu não tenho? Tu é mais filho de deus do que eu?”.
Mas, o Fogão não pôde tirar esse sarro, visto ser um time norte-americano.
Todavia, mesmo usando o penico conquistado na Copa do Mundo dos Infantiloides, exploração de otário, o Mengão pôde realizar o que o Botafogo não pôde: cantar os versos de Renato Russo, a sumidade do músico da terra de Garrincha: “Estamos indo de volta para casa!”.
Como comenta seu Luso Normando: “Eu fico aqui imaginando como estão os Mengos da Ilha Tupinambarana, Parintins, com todo seu vermelho garantido que o vermelho do Mengão não garantiu. Já imaginaram se também não se garantir hoje de note, final do festival? Meu deus não quero nem imaginar. Nem imaginar como vai ficar meu amigo do peito, o filósofo e teatrólogo, Rui Brito. Vai sofrer muito. Talvez não: Marx era alemão assim como o teatrólogo, Brecht. Então, eu falo: Já tomou sua cervejinha hoje?”.