TRUMP, EM SEU COMPLEXO DE CHANTECLER, FANTASIA QUE A TERRA SE MOVE POR SUA VONTADE
PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG
Existem estorinhas que servem para impulsionar e alimentar ilusões dos egos-angústias-obsessivas-fóbicas!
Existe a História como Dialética-Transformadora Criadora-Contínua do Novo como Potência-Práxis-Poises da Dimensão-Humana! Única História!
O Complexo de Chantecler tem como seu impulso criador para a Psiquiatria, a estorinha-fábula que vem da antiguidade, atravessou a idade medieval e foi aproveitada pelo escritor e dramaturgo, Edmond Rostand (França: 1868-1918) que fez sua versão para o teatro e apresenta como personagem principal um Galo. O Chantecler. Coisa da antropomorfização imposta pelo homem: atribuir aos animais qualidades ditas humanas.
Chantecler, em sua exacerbação narcísica, acredita que o Sol nasce porque ele canta. Se ele deixar de cantar o Sol não nasce e não há Dia e o Mundo desaparece. Sem seu canto tudo escafedesse. Na linguagem anal-perversão-paranoica: Tudo se fode!
Uma noite, o Galo mete algumas e acorda, no outro dia, quando o Sol se encontra Brilhante e Majestoso como sempre foi. O Galo entra em forte angústia e descobre o que realmente é: dotado de forte sentimento de inferioridade, baixa auto-estima, insegurança, culpa, miséria-mental, obscura concepção do Mundo estado-delirante-paranoico.
Dominado por todos estes sintomas, cujas causas foram resultados de uma infância profundamente infeliz, não suportando, na imatura existência adulta vivê-los, fantasiou um Poder-Paranoico para enganar e dominar todos os incautos-otários onde habitava e outros de territórios distantes.
Assim, mostra a Psiquiatria a condição-mental do Chantecler. Assim, se mostra, Trump para o mundo. Tudo que os lúcidos, que não são Chantecler, sabem. Tudo que o Irã sabe.
A Subjetividade produzida pelo sistema capitalista-capitalístico, com seus valores, encontra-se constituída de inúmeros Galos, Chantecler, que acreditam possuírem poder que não têm, mas precisam fantasiar que têm para poderem arrastarem suas correntes-fantasmáticas de suas misérias-existenciais até que a Morte os abençoe.
Presidente, governador, senador, deputado, prefeito, vereador, eleitor, nazifascista, professor, pedagogo, médico, advogado, juiz, promotor, procurador, ministro, policial, porteiro, torturador, racista, homofóbico, pedófilo, misógino, pai, patrão, pastor, padre, empresário, agro-negocista, engenheiro, economista, jornalista, esportista, torcedor, compositor, cantor, comentarista, escritor, ator, etc, etc, etc, todos sujeitos-sujeitados, fálicos-eróticos que perambulam entulhando o Mundo fantasiando supersticiosamente e falsamente que o Sol nasce porque eles cantam. Miserável estorinha! É mole, manas e manos!?
Como afirma a Psicóloga, Lacanilza: “Quem pelo imaginário e o simbólico fantasia que é, não é, pois o que é é o Real que escapa do Falo: o Objeto procurado jamais encontrado, visto nunca ter existido. Só encontrado pelo logro da fantasia, como se iludem os que magicam ter poderes de mando: angústia-obsessiva-paranoica-interminável!”.