CURSO SUPERIOR DE QUATRO ANOS, ‘COMO DESTRUIR O BRASIL PELO MÉTODO BOLSONARO’, CHEGA AO FIM. OS ESTUDANTES-ELEITORES-DEMOCRATAS SERÃO DIPLOMADOS NO DIA 2 DE OUTUBRO

PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

Alguns cursos superiores têm tempo de duração diferente. Uns têm dois anos, outros têm três anos, outros têm seis anos, outros cinco anos e outros quatro anos como o tempo de duração do mandato do presidente do Brasil. O que significa que o tempo de duração do mandato de um presidente é o mesmo que o tempo de um curso superior. Aliás, da maioria dos cursos universitários. Um tempo suficiente para grandes, profundas e necessárias transformações. 

 

O estudante é um ser epistemológico que procura, através das experiências cognitivas-pedagógicas-didáticas, processar em si novos conhecimentos. E como o conhecimento, como o novo, é mudança, todo estudante vivencia continuamente mutações-epistemológicas que são partículas confirmadoras de seu Devir-Cognoscente encadeador de relações com os objetos-cognoscíveis produtores das ideias necessárias ao mundo como contínuo Processo-Dialético.

 

Porém, para que o estudante produza em si essas mutações-epistemológicas, ele necessita continuamente vivenciar os exercícios de seus sentidos para movimentar seu intelecto como agente da práxis e da poieses e, então, compor em si a Dimensão-Ética-Comunalidade. Visto que, como é do saber do estudante, o conhecimento só se fundamenta quando ele torna-se um Produto-Coletivo, como afirma o insigne mestre Florestan Fernandes.

 

Na concretude de um mandato presidencial, que dura quatro anos, a população de um país é o estudante que experimenta os fatores administrativos-burocráticos e jurídicos desse governo para sintetizar seus conhecimentos sobre o que vem sendo oferecido à população para que, em seguida, com o conhecimento adquirido nessa experiência, ela possa analisar o dito  governo como a si também, de acordo com seu direito Democrático.

 

Ao contrário do estudante, que não escolhe seus professores, a população-eleitoral de um país escolhe seu representante presidencial. Mas, da mesma forma que o estudante só pode aprender com professores eficientes em suas disciplinas, caso contrário não experimentará o saber, o mesmo ocorre com a população-eleitoral: sem um presidente senhor dos postulados, dos princípios, das propriedades, das categorias, dos conteúdos fundantes da presidência não há o que se aprender de Democracia.

 

É nessa situação aviltante e violenta que o estudante descobre as fraudes-epistemológicas que são os que se passam por professores, e os rejeitam. Da mesma forma, a população-eleitoral descobre que o presidente não passava de uma Fraude-Democrática e o rejeita.

 

Entretanto, nestes dois quadros-perversos, ocorre uma grande diferença entre o estudante e a população-eleitoral no sentido do que é aprendizagem. O estudante sem professor, não aprendeu. Portanto, não pode ser diplomado. Já, a população-eleitoral, sem presidente, aprendeu que ele era uma Fraude-Democrática. Assim, dotada desse Saber-Político pode ser diplomada. Sendo a concretização de seu diploma o ato de votar em um Candidato-Democrata.

 

Na eleição de 2018, Bolsonaro foi eleito com 55.205.640 votos (55,54% dos válidos). Hoje, diante da catástrofe que o Brasil sofre, pode-se inferir que foram votos de analfabetos políticos. 

 

Agora, no fim do curso superior de quatro anos, ‘Como Destruir O Brasil Pelo Método Bolsonaro”, espera-se que os analfabetos-políticos tenham epistemologicamente se democratizados, porque os Estudantes-Democratas já têm garantidas suas diplomações no Dia 2 de Outubro.

E como adverte o Rei-Momo-Democrático: Os analfabetos-políticos não vão ter direito de participar da Festa-Democrática. Participarão só como plateia, mas com direito de chorar de inveja. 

  

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