QUANDO O TRABALHADOR DISSE QUE O FIM DA 6X1 SERIA MAIS TEMPO PARA AMAR, DIAGNOSTICOU A CONDIÇÃO SEXUAL DOS FASCISTAS

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

                            “O Amor, o Trabalho e o Conhecimento, são as Fontes de Nossa Vida. Deveriam também Governá-la”.

                                                                              Wilhelm Reich; obra, A Função do Orgasmo 

 

SE NÓS NÃO PODEMOS, ELES TAMBÉM NÃO PODEM!

 

Não sabemos se esse Trabalhador, que afirmou que o fim da escala 6X1 “é mais tempo para amar”, conhece Marx e Engels ou se conhece Reich, mas sabemos que sua afirmação é a conhecida ‘verdade-verdadeira’.

 

Reich é Marxista, assim como Marx e Reicheniano: ambos sabem que o Amor resulta da Liberdade. E o Trabalhador que não sabe dessa verdade forja suas próprias correntes.

 

Sua ‘verdade-verdadeira’ atinge diretamente o patrão-capitalista-burguês impotente para Amar, visto que sua riqueza não passa de sublimação-simbólica – formação-reativa – de sua impotência-sexual: impossibilidade orgástica, diz Reich.

 

Conflituado em sua condição ele, também, quer para o Trabalhador a mesma impotência-sexual. A morte do Instinto-Vital. A mesma negação do Triunfo da Natureza. Daí, sua opressão, exploração e negação do Sexo-Vital do Trabalhador.

 

Porém, a afirmação desse Trabalhador não termina no patrão-capitalista-burguês. Se alonga, também, nos fascistas do Congresso Nacional também sublimadores-simbólicos  de suas fusões/confusões-sexuais. Fator base da defesa da força-opressora dos patrões em forma de oposição ao fim da escala 6X1.

 

Alguém pode, abestalhadamente, afirmar: “Mas eles votaram pelo fim da escala 6X1″.

 

Sim, mas não muda uma fungadinha da condição-sexual. Votaram de forma calculista: É tempo de Eleições!

 

Como afirma, Dionísio Afrodite: “O pavor dessa gente, quanto ao Amor do Trabalhador, é que ele é Revolucionário-Caosmótico e o dela é pálido-psicótico! É impossível Orgasmo excitando a grana. A grana não passa de penispaldo e vaginalda! Masturbação em dupla ou coletiva!“.     

 

 

 

 

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