COMO EM UMA PARTIDA DE FUTEBOL: FAMÍLIA BOLÇONARO SE REÚNE PARA ASSISTIR O JOGO ONDE PAPI É O CRAQUE MAIOR

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

Pela primeira vez na história do esporte um jogador faz a tranposição de sua duplicidade: se observa jogando sem se encontrar, ao vivo, presente no local do jogo, mesmo sendo o craque da peleja.

 

Uma derrota para Deus: o jogador é onipresente. Uma magia especular. Tosca imitação de ‘Alice Diante do Espelho‘ de Lewis Carroll.

 

Simplíssimo de entender!

 

Bolçonaro não foi ao Supremo Tribunal Federal (STF) para assistir o julgamento onde ele é o craque maior. Da mesma forma que a maioria de seus asseclas não foi.

 

Entretanto, o craque se reuniu com a família para assistir o espetáculo-fantasmagórico, já que ele estava em sua casa ao mesmo tempo que dava seu show no plenário do STF. Verdadeira prima-dona. 

 

Não podia ser diferente: todo momento, em casa, junto com os familiares, se via materializado nas falas de Moraes, Janot, e ministros que lhe obrigavam assumir a partida que ele mesmo promoveu, sem qualquer condição, mas, agora, quer ganhar. Quando já perdeu!

 

Uma dor pungente tomou conta de Bolçonar, porque mesmo sendo a personagem principal da partida, com nítida superioridade em relação aos seus asseclas de gang, não é o juiz, para fazer o que craquérrimo em praticar: ganhar na mão grande. 

 

Como diz a torcedora, Dona Geraldina (qualificação dos torcedores que no estádio ficam na geral, como diz o imortal, Gonzaguinha): “Perdeu, perdeu, perdeu, perna de pau! Perdeu como como perna de pau e torcedor!”. 

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