EDUARDO BOLSONARO, GÊNIO DA INTELIGÊNCIA-BOLSONARISTA, PROVOCA FROUXAS GARGALHADAS, AO AFIRMAR QUE COM DINO NO STF NÃO HAVERÁ “CRÍTICAS CONSTRUTIVAS”

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BRASILIA, BRAZIL - SEPTEMBER 01: Deputy Eduardo Bolsonaro, son of the president of Brazil Jair Bolsonaro, gestures before the flag ceremony on Independence Day at the Alvorada Palace on September 7, 2021 in Brasilia, Brazil. Brazilians have taken the streets as they commemorate their Independence Day to show both support and rejection for Jair Bolsonaro's administration. (Photo by Andressa Anholete/Getty Images)

PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

Como é sabido até das pedras que rolam, por isso não criam limo, além da anti-eticidade da trupe bolsonarista, a carência de inteligência é impressionante, Dona Val. E se vacilar, é contagiante.

 

  A indicação de Dino para o Supremo Tribunal Federal (STF), como ministro, era tudo que as direitas implicadas em todas as formas de atos antidemocráticos, não queriam de jeito nem maneira. Dino para elas é a presença angustiante e ameaçante sobre seus atos espúrios que sempre esperam aprovação e não julgamento.

 

O inteligentíssimo dublê de deputado federal, Eduardo Bolsonaro, membro do famoso clã-bolsonarista, sintetizou essa grupal preocupação-pesadelo ao afirmar:

  “Aqueles que pensavam que estávamos vivendo uma turbulência passageira agora terão que acordar para a tensão permanente. Não haverá espaço sequer para pontuais ‘críticas construtivas’, seja você isentão ou esquerdista inclusive”.

 

Porém, o mais ousado em sua santa-inteligentíssima-faculdade-opiniática, foi ele usar o conceito “críticas“, quando o Brasil inteiro sabe que ele faz parte da comunidade afásica da ecolalia: sujeito-sujeitado das palavras de ordens da linguagem de massa-tagarela. Os que pronunciam palavras sem superá-las.

 

Também, é muito sadismo-linguístico-epistemológico, querer que Eduardo Bolsonaro compreenda o significado do conceito crítica, que é grego, quando se sabe que a maioria que o usa também não sabe. Confunde crítica com opinião-opiniática: deslocamento-projetivo de seu próprio interior-vulgar no exterior como se fosse sabedoria para ser creditada. Como fazem os nazifascistas.

 

Jornalistas, advogados, professores, esportistas, médicos, chamados políticos, pastores, padres, artistas, influencers, etc., representantes das instituições em geral, só tagarelam com o conceito crítica.

 

Como diz a Dona Lalá da Filologia: “E ainda tem otário-linguístico que opina: “Só sabe criticar!””.

 

 

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