“MORRA A INTELIGÊNCIA!”. GRITAVAM OS FASCISTAS ESPANHÓIS DO GENERALÍSSIMO FRANCO NA GUERRA CIVIL. AQUI, NO BRASIL, O GRITO CONTINUA!

0
2459245_1004

PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

Guernica. Pintura do espanhol, Pablo Picasso.

                       

                                  A Inteligência é a Essência da Razão. Porém, nos fascistas essa Essência é degenerada! 

 

       O Crítico-Filosófico, Jean-Claude Masson, mostrando o pensamento do Filósofo Unamuno, afirmou que ele passou sua existência ensinando que a “razão e a lógica não são moeda corrente neste mundo”.

 

Em função dessa ausência de Lógica e Razão, os fascistas espanhóis “conseguiram conspurcar seus despojos com a baba de suas bandeiras”.

 

O sentido de Vida dos fascistas sempre foi o ódio contra à Inteligência. Por isso, não só na Espanha fascista do tirano, Generalíssimo Franco, o grito contra à Vida é, Morra a Inteligência!

 

Ele ecoa pelo mundo como confirmação da inexistência da Lógica e da Razão. Tudo que Unamuno procurou afirmar.

 

Aqui no Brasil, ele sempre esteve presente. Todavia, agora ele é mais visível, porque se expressa ousadamente na cotidianidade de todas as instituições. Não é só privilégio de Bolçonaro querer, junto com seus iguais, materializar a Morte da Inteligência. 

 

O filósofo Spinoza, em seu livro, Tratado da Correção do Intelecto (1660/1663), afirma que o mais baixo grau de inteligência é o de ter ouvido. Ouvir e propagar, como verdade, o que foi ouvido. O trunfo das mentiras. Chamadas de fake news.

 

É ele que se afirma no preconceito: acreditar nas enunciações que não passaram pela Lógica e a Razão, como quer Unamuno. É ele, o mais baixo grau de inteligência que alimenta, sustenta e protege a superstição. O medo da Vida. 

 

O preconceito, como superstição, também se manifesta como sentimento de culpa, sentimento de inferioridade e necessidade de punição. O que leva eleitores votarem em candidatos fascistas. 

 

O mais baixo grau de inteligência, já é a Morte da Inteligência tão perseguida pelos fúnebres-fascistas.

 

É por essa realidade-fúnebre que eles propagam o Morra a Inteligência. Estando a Inteligência, como Essência da Razão, degenerada neles, eles querem que Morra a Inteligência de todos. O egoismo tanático!  

 

Quando Bolçonaro, em seu tempo de inquilino do Palácio do Planalto, atacou o Ministério da Educação e o Ministério da Cultura, ele estava colocando em prática o Morra a Inteligência.

 

Daí, porque os fascistas só podem perambular em um mundo supersticioso onde a mentira é a ideia maior e dominante.

 

Quando um fascista se expressa, facilmente se compreende que ele carrega em si o cadáver da inteligência.

 

Neste quadro, pode-se compreender que o perigo maior, para uma República-Democrática, é um governante cuja inteligência é um cadáver que ele cultua e propaga como verdade essencial. 

 

Um Estado e uma Sociedade Civil governada por um cadáver, não é um Estado e nem uma Sociedade Civil. Mas, uma Necrópole! 

 

Um dos grandes erros, e inaceitáveis, das chamadas esquerdas é querer dialogar e discutir com os fascistas. Eles não entendem nada. Se não entenderam o Tema-Enredo da Escola de Samba Acadêmicos de Niterói. O que eles podem entender?

 

Como afirma Tia Sofia Epistemê: “Os fascistas não sabem com Spinoza, que “um homem livre em nada pensa menos que na morte; e a sua sabedoria não é um meditação da morte, mas da vida!”. Se gritam e defendem, Morra a Inteligência é porque nunca Viveram. O pior: a Morte não tem o que ensinar, porque ela não existe! Quem já viu a Morte!?”. 

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.