QUE MAL LHE PERGUNTE: NAZIFASCISTA TEM PAI?

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

Facílimo de entender!

 

A psicanalista francesa, Françoise Dolto afirma que para ser genitor bastam alguns segundo, mas ser pai é um caso de adoção.

 

O caso de adoção de uma criança não se resume aos critérios jurídicos impostos pelo Estado. O que faz com que muitos indivíduos possam adotar uma criança sem adotá-la. Inclusive até para fazer charme de ser bondoso diante dos mistificados.

 

Um homem para adotar uma criança, e se tornar pai, tem que ser um Ser-Histórico comprometido com a Gravidade Existencial e a Grandeza Ontológica. 

 

Não basta ter condições biológica-sexual para participar de uma gravidez encadeado com uma mulher e acreditar, sem saber o significado do Nascer, Viver e se Comprometer com  Oikos. O Habitat Coletivo com sua Heterogeneidade-Humanidade.  

 

O pai-adoção  começa antes do ato sexual, da concepção e do parto.

 

Começa quando o homem escolhe a mulher com quem vai adotar a criança, porque ela, também, participará diretamente da adoção.

 

Daí, que deve ser, também, um Ser-Histórico com Gravidade Existencial e Grandeza Ontológica. O que significa não ser hominizada: mera reprodutora do modelo patriarcal, hebraico, romano, paulíneo, famlialista-nuclear-burguesa. A subjetividade-misogínica.   

 

Alienado do Ser-Histórico-Pai, o genitor encontra-se espalhado por todos os lados. Pai, não! Pai encontra-se com a Mulher-Mãe, a filha e o filho! Todos como Mundo!

 

Os nazifascistas foram gerados por um homem e uma mulher que obstruíram seus Desejos cujas consciências foram imobilizadas pelo modelo de Castração da Singularidade e Originalidade. Sem Desejos, como seus genitores,os nazifascista, são simplesmente replicantes destes genitores. 

 

Os pais que adotaram seus filhos, afirmam junto com o filósofo socialista-existencialista, Martin Buber: “Não tenho ensinamento a transmitir… Tomo aquele que me ouve pela mão e o levo até a janela, abro-a e aponto para fora. Não tenho ensinamento algum, mas conduzo um diálogo!”.

 

Como mostra a parteira, Partosófica: “O Diálogo dispõe a Dialética, a Dialética Constrói e a Construção se Movimenta pelos Fluxos Mutantes e os Quantas Desterritorializantes: Os Filhos Adotados!”.   

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