PROFESSORES DE MANAUS, DESPROVIDOS DA CRÍTICA-POLÍTICA-EDUCACIONAL, COMPÕEM AFETOS-TRISTES COM O INÓCUO GOVERNADOR DO AMAZONAS

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

É público e notório que o estado do Amazonas tem um número contagiante de professores-alienados e que se quer sabe o que uma classe social e muito menos uma classe profissional. Uma estupidez que alimenta todo tipo de corpus-nazifascista. E, que pior, é inimiga de si mesma. O que fica muito bem percebida em tempo de greve da categoria quando se recusam a serem agentes de Luta Por Seus Direitos Profissionais.

 

Mas, essa alienação-profissional não fica apenas resumida na falta de defesa da classe como trabalhadora e trabalhador da Educação. É também revelada quando se precisa da Crítica Política-Educacional que exige conhecimentos de múltiplas Enunciações-Coletivas da Filosofia, da Semiótica, das Ciências, das Artes, das Psicologias, das Antropologias, das Sociologias e da Ética-Comunalidade, dos Saberes que servem para às Mutações-Ontológicas.

 

É nesse momento que se percebe que os Cursos Universitários são verdadeiramente um conjunto-narcísico de logro dos saberes e da Práxis e Poieses. O número-alienado de professores são apenas prisioneiros de seus chamados ‘amor-próprio’, a circularidade de seu próprio Ego que não chega ao fora, e não atingem o mutante “respeito por si mesmo”, que lhe compromete com o “distante”, já que “o homem é um Ser das Distâncias”, como mostra o filósofo, Nietzsche. 

 

A preocupação com a cena do inócuo governador do Amazonas, Wilson Lima, com uma mulher, em um banquete, é próprio da composição de afetos-tristes que diminui a Potência de Agir, como mostra o filósofo, Spinoza. E a miserável afirmação de que ele participa dessa cena, mas não se encontra com representantes dos sindicatos da categoria, é uma dolorosa ilustração edipiana que remete ao tipo de conduta infantilizada quando a criança, ressentida, diz para o pai ou a mãe – pode, também ser a vovó ou a titia ou professora – : “É, o senhor só coloca o maninho no colo, eu não. Buá, buá, buá!”. Reivindicação-chorosa eminentemente-invejosa que revela mais o chorão do que o pai-castrador. 

 

Esses tristes, e chorões-infantilizados-professores, não sabem que quando um governante se sega a dialogar com um Sindicato, a responsabilidade-maior, da não comunicação, é mais resultante da impotência e ignorância da Crítica-Política dos sindicalistas, como mostra o mouro de Trier, Karl Marx, do que da estupidez e prepotência do governante. E a grande demonstração dessa impotência-sindical é o desconhecimento da Potência-Revolucionária do que é a Essencialidade-Política da Greve.

 

O pensamento de um território, encontra-se encadeado com as experiências que as crianças, adolescentes e adultos têm da escola primária, secundária e terciária, mas com esses professores, Manaus vai continuar sem pensamento, como se encontra até hoje. Curtir, encaminhar e comentar os delírios da solidão-virtual não transforma a estupidez, só a alimenta e a mantém. 

 

Como diz o poeta, Belchior: “Apesar de termos feitos tudo, tudo, que fizemos, ainda somos os mesmos e Vivemos Como Nossos Pais!”.

 

E bem pior, é encontrar nesse meio, pessoas que nós temos alguns encadeamentos. Não é Daniel Carvalho? não Miguel Oliveira? não é … ?

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