BOLSONARO, EM SUA BRAVATA, AFIRMOU QUE SE FOR PRESO VAI “ATIRAR PARA MATAR”: PERGUNTA-SE: QUANTOS QUILOS DE FEIJÃO JÁ COMPROU?

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

A bravata é um dos muitos sintomas da histeria que se expressa pelo corpo, mente, gesto, voz, vários tipos de comportamentos.

 

Para um simples observador, um homem, ou uma mulher, em crise de valentia, não encontra-se nada mais nada menos interpretando um personagem histérico. Para ter mais concreto exemplo de exultação histérica basta observar um torcedor de um time de futebol. É, por essa histérica-realidade, que um estádio de futebol é, na verdade, um mega hospital de experimentação histérica.

 

A histeria é, também, conhecida como neurose de conversão. O histérico converte seu conflito sexual-infantil em expressão-corporal: falta de ar, palpitação cardíaca, dor no peito, aumento de temperatura, sudorese, calafrio, tonteira, desmaio, tremedeira, cegueira parcial, afazia parcial, surdez parcial, paralisia parcial, pruridos-anais, segregações-anais e contrações anais – esses sintomas anais são próprios de torcedores de futebol, principalmente, em disputa de fim de campeonato -, fantasia que vai morrer, etc.

 

Em agosto, do ano passado, Bolsonaro, em conversa com um ministro do STF, afirmou: “Eu atiro para matar, mas ninguém me leva preso. Prefiro morrer”, primeiro blefe em público.

 

Agora, impulsionado por sua manjada bravata-histérica, voltou com sua carga homicida: “Se for preso vou atirar para matar”. 

 

Como o democrata-brasileiro sabe o que a bravata-valentia, é histeria, ele pergunta, gargalhando: “Quanto quilos de feijão Bolsonaro, já deve ter comprado para quando for preso?”

 

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