JULIETA HERNÁNDEZ É CELEBRADA, EM MANAUS, POR ARTISTAS CIRCENSES, CICLISTAS, MOVIMENTO DAS MULHERES, LGBTQI+E CORPUS-HETEROGÊNEOS

0

PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG E BLOG ESQUIZOFIA 

 

O Devir-Fluxo-Desterritorializante, artista Biciclo-Vida-Riso-Revolucionário, Julieta Jujuba Hernández, realizou sua Práxis-Poieses, em Manaus, na Praça São Sebastião. 

 

Celebração-Política-Estética-Ética que encadeou Potências-Vitais dos artistas circenses, ciclistas, Movimentos das Mulheres e corpus-heterogêneos. Tratou-se de uma Celebração que não se reduziu apenas ao conceito de Feminicídio, visto que há um certo equívoco nessa enunciação e é fundamental que se faça a Compreensão-Política-Natureza.

 

Fêmea é Gênero-Natureza. Macho é Gênero-Natureza. Homem é Cultura. Como, mulher é Cultura. Cultura, não é Natureza. Cultura é produção do Homem. Todos os valores, sejam institucionais ou não, são produção do homem. E são eles que modelizam os comportamentos-humanos, sejam bons ou maus. Sejam psicopatas ou não.

 

Entendendo o que é Natureza e Cultura fica fácil compreender que não existe feminicídio, mas Hominicídio. Ou seja: é o homem quem assassina a mulher. A Natureza não produz assassinos, nem nazifascistas. Tudo é produção, como diz o filósofo, Nietzsche, Humano, demasiado humano. O assassinato de Julieta Hernández, foi um ato psicopatológico eminentemente humano: hominicídio. E não tem esta de que é uma questão de linguagem, como tagarelam os estúpidos-afásicos.

 

A Celebração-Política-Estética-Ética da artista que fez do Riso seu Devir-Revolucionário, em Liberdade, a artista Julieta Jujuba Hernández, expressou o quanto há comunalidade-pulsantes em pessoas ontologicamente honestizadas em seus compromissos-históricos como Modus de Estar-No-Mundo engajadas na Existência em Liberdade, como afirma o filósofo Sartre. São pessoas que se escolheram como responsáveis pela Felicidade-Coletiva como Julieta Jujuba, com suas palhaçadas-revolucionárias que escolheu.

 

A Celebração-Política-Estética-Ética de Julieta Jujuba Hernández, não serviu apenas para a realização da “meditação da sabedoria do ser livre”, como afirma o filósofo holandês, Spinoza. Serviu, também, para afirmar o grau de alienação dos alcunhados artistas de Manaus. Tirando a atriz, militante e líder do Movimento das Mulheres, Socorro Papola, e artistas-filósofos da Associação Filosofia Itinerante (Afin), não compareceu nenhum fálico-artista, que se toma como talento-vanguardista de Manaus, mas não passa de mero-simulador. Talvez alguém diga que porque não tratava-se de um evento promovido pelos insensíveis-estéticos ditos governos estadual e municipal. Territórios que os alienados cultuam com todo fervor da submissão-alienada.

 

Para a artista circense-palhaça-malabarista,venezuelana, amiga de Julieta, Estefane, o motivo é que para a maioria o Artista de Rua não é artista. Para essa maioria, só é artista o artista de palco. Na verdade, a confissão dessa maioria de sua gloriosa estupidez-burguesa, visto que o conceito de arte-erudita nasce com a consciência-anestesiada da classe burguesa. Não tem qualquer essencialidade política, sociológica, antropológica e aisthésis real.

 

Essa gente anestesiada, como os chamados artistas de Manaus, não sabe que a Potência-Estética do Mundo é Dionísio, o DEUS-Movimento-Real da Criação-Estética. O Fluxo-Caosmótico das Artes que movimenta a essencialidade da Arte de Rua, daí seu Devir-Revolucionário, o QUE MUDA. A Arte que apavora todos tiranos!

 

Dois exemplos para afirmar que a chamada arte-erudita é um delírio da consciência-aberrante-burguesa para si tomar como sensível e diferente da Estética do Proletariado. Um, o Teatro de Shakespeare era eminentemente Popular. Era criado, encenado e apresentado para o povão, principalmente dos bares. Dois, o chamado Teatro Clássico Grego que era a práxis e a poieses das Dionisíacas: A Festa Anual Grega do Povo. Esta Realidade-Estética os anestesiados artistas e público de Manaus não conhecem. Por isso suas enunciações nãos passam de efabulações-egoicas-desnarcisadas-burguesas. A arte de palco nem gravidade tem. Não tem chão. Só serve para alimentar e manter as abstrações de seus autores e seu público-conformado-confortado.

 

Quem sabe da artista Julieta é a artista Julieta, mas não é um erro afirmar que as ausências dos alienados foi bom para a Julieta e seus Celebrantes. E foi bom, também, para se saber que Manaus continua com sua qualificação de Não-Cidade. Onde não há Cidade não há Cidadania. Onde há Cidadania há Inquietação-Criadora! Julieta vem ensinar cidadania no Amazonas e é assassinada. 

 

Tudo que Julieta Jujuba Hernández, sabia! 

 

Fiquem com as fotos do filósofo, ator, educador, militante-socialista, membro da AFIN, Miguel de Oliveira.

 

Entre os filósofos Miguel Oliveira e Marcos José, a artista-circense, palhaça e malabarista, Estefane, amiga de Julieta.

 



 

 

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.