CARICATA-ESTUDANTE-BURGUESA-DISCRIMINADORA, COMPLICA A UNIVERSIDADE QUE ESTUDA AO AFIRMAR QUE ELA NÃO É ELA

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PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

A barra pesou para as três caricatas-estudantes-burguesas da Universidade Sagrado, em Bauru, SP, ao discriminarem uma estudante de 40 anos. Elas podem, segundo o Estatuto do Idoso, Lei 10. 741/2003, serem presas abiscoitando de seis meses a um ano de reclusão, de acordo com o artigo 96 que descreve discriminação contra idoso como delito.

 

Diante da reverberação de suas posições fascistas, em que milhares de pessoas lúcidas condenaram, as burguesas começaram a pedir penico afirmando que não era a intenção delas. Pergunta-se lucidamente: E qual era? As subjetividades delas foram muito bem exteriorizadas, elas até comemoraram entre si. Mas, agora, é só arrego.

 

Como a tirania da redundância é inquestionável, o que elas afirmaram contra a estudante, confirma suas igualdades. Assim, como uma diz: “Não tenho esse pensamento”, ela reflete as duas outras. Do que se pode extrair uma caso implicante da saúde psíquica delas: Elas não são elas. São duplas delas. 

 

Diante desse quadro, a universidade encontra-se implicada, pois matriculou estudantes com egos-fraudados. “Não tenho esse pensamento”. E quem tem ? Se ela não tem esse pensamento, existe um outro alguém nela. Alguém que fala nela, mas não é ela. Em psiquiatria se chama delírio-paranoico. Ou, simplesmente, dupla personalidade. 

 

Como observa a filósofo da Cognição, Neurololó Noradenalaica: “Ela pelo menos falou uma verdade: “Não tem esse pensamento”. Como que uma sujeita-sujeitada neste quadro epistemológico, pode pensar ? Pensar não é para qualquer um. É muito difícil pensar. Confunde-se memória, imaginação, fantasia, projeção, transferência, com pensamento. Se fosse fácil pensar não haveria tanta gente usando facebook e aplicativos virtuais confirmadores de demência-epistemológica. E são, aliás, essas práticas de pseudos estudantes e professores que sustentam a maioria das universidades. As aulas são meros exercícios de recordações. Não há experiências do novo. Tudo não passa de anti-educação”. 

 

Sem pensamento não há DEMOCRACIA. Logo, essas duplicadas-caricatas-estudantes não são democratas! 

 

 

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