JOÃO PEDRO, DEPOIS DE LANÇAR SUA PRÉ-CANDIDATURA AO GOVERNO DO AMAZONAS, PELO PT, AUMENTA ENCONTRO COM O POVO

PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

João Pedro, depois de lançar sua pré-candidatura ao governo do estado do Amazonas pelo Partido dos Trabalhadores (PT), no dia 19, aumentou sua luta junto ao povo para incrementar sua atuação em parceria com os eleitores e, assim, divulgar suas propostas para um governo popular tendo como modelo os governos de Lula e Dilma Rousseff que confirmaram, com suas gestões, que democracia só é democracia quando produzido pela Potência-Povo cujo os corpus-constitutivos realizam o Bem-Comum. Hoje, dia 23, a Luta-Democrática foi no Terminal – 3, do Bairro da Cidade Nova.

 

 Olhando, e confirmando, o quadro exposto com os candidatos dos demais partidos ao cargo de governador do estado do Amazonas, encontra-se a compulsiva ecolalia que impregna, há décadas, a triste cena eleitoral do Amazonas. Já tornou-se a debochada redundância – tautologia – do reacionarismo como fator base das candidaturas que se apresentam para disputar o pleito.

 

Uma repetição-freudiana que vem desde a fundação do Estado do Amazonas. Uma dolorosa realidade que em sua nudez re-re-re-re-re-afirma que o estado nunca teve um governo-revolucionário. Ou, pelo menos, simulante de rebelde. Fato-deplorável, politicamente, que até um aluno ou aluna do primário, que tenha como professora ou professor ensinamentos remanescentes-educacionais da professora Honorina de Azevedo Vasconcelos, da década de 50, e que hoje é o nome de uma escola no Bairro do São José, sabe muito bem. 

É diante dessa realidade neuroticamente (ou psicoticamente?) estabelecida que atrasa o Amazonas há décadas, que a candidatura de João Pedro, com a Potência-Povo, Governo-Popular, vem tentar uma linha de corte, como dizem os filósofos Deleuze e Guattari. Um novo processual-político como forma de nova territorialização existencial amazonense, já que aprisionado na força molar dos candidatos reacionários, o Amazonas não se movimentará jamais. Sua a-história petrificadas pelos governantes que já lhe dominaram, só confirmam sua cruel situação antipolítica.

 

Diante da força-sádica dos candidatos-arcaizados e do masoquismo de alguns eleitores, João Pedro, com sua candidatura, tentará concretizar as conexões dos fluxos do movimento-dialético que singulariza a Sociedade-Popularmente-Humana.       

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