BOLSONARO E OS SEUS PROMOVEM CHABU NO 1° DE MAIO. COMPREENSÍVEL: NÃO SABEM O QUE É TRABALHADOR E NEM TRABALHO

PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

Hoje, dia 1° de Maio, comemora-se o Dia do Trabalhador. Óbvio! Óbvio, não! Só comemora quem sabe o que é trabalho e, consequentemente, quem sabe e é trabalhador.

 

Então, Bolsonaro, com sua verve imobilizada por clichês-negacionistas-extremistas, fez a maior badalação que iria aproveitar a data-produtiva para mandar ver. Ver o quê? Alimentar seus semelhantes-alienados, coisificados pelos estereótipos delirantes antidemocráticos e, para valer de vez, atacar o Supremo Tribunal Federal (STF), além de defender um de seus símbolos da brutitude, Daniel Silveira, condenado pelo STF, e indutado por seu protetor.

 

Bolsonaro e seus iguais, histericamente, propagaram que ia ser uma festa do arromba em todo o Brasil. Já que a irracionalidade encontra-se aninhada em todo o país. Esperaram ansiosos o grande day. Só que não lembraram que não sabiam o que é trabalho e nem trabalhador. Resulta resultado, como pedagogeia o Educador, Abdiel Moreno, foi total chabu. Na linguagem-renal-uretal ou urinológica: pediram o bom e velho penico geral.

 

Bolsonaro, como um profeta-malandroso, resolveu não comparecer em nenhum lugar, Recorreu a live. Recurso-virtual onde o espaço-perceptivo desaparece e com ele o real da figura representada. Desrealização da Objetividade.

 

Moral-produtiva: Festa do trabalhador só existiu onde havia trabalhador. O Ser-Transformador-Criador do Mundo. Os territórios onde os Lulas se encontraram.

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