PRACIANO: O POLÍTICO QUE SABE DA ARTE DE MOVIMENTAR AS PERSPECTIVAS POPULARES

PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

O filósofo Nietzsche sempre ensinou que a Vida Ativa é a arte de mudar perspectivas. Mudar perspectivas é produzir mutações contínuas para que a Existência sempre viceje como o Novo. O que em verdade, é o sentido-puro de Política.

 

Não há como existir em Comunalidade se não for como um ser-político, já que todos os atos das mulheres e dos homens são atos políticos, posto que são perspectivas do Novo. Certo, que não podem ser confundidos com falsos-atos praticados pela maioria das mulheres e dos homens que perambulam pelos Poderes Executivo e Legislativo como fantasmagoria. E fantasma não pratica política, já que fantasma não Vivencia A Democracia. Por essa realidade, não são nem entes e, muito menos, seres políticos.

 

O Brasil, tem no estado do Amazonas a sua proeminente cota de representantes-legislativos-fantasmáticos, tanto na Câmara Municipal como na Assembleia Estadual. O que faz com que os dois territórios sejam tidos como sublime tradição do reacionarismo ocupados por personagens que, em sua maioria, se imiscuíram na alcunhada vida política profundamente alienados em relação ao sentido-transformador-criador da práxis e poieses da política.

 

Alguns são personagens levados pelos próprios parentes, que já se encontravam como inquilinos, para continuarem o romance-familiar, diria Freud, e outros são aventureiros que vão arriscar a sorte e que dizem: “Se fulano conseguiu, por que eu não consigo? Eu também sou filho de Deus”. Daí, o fenômeno de sempre ser escolhido para presidentes das Casas alguém com forte empatia-existencial com os prefeitos e governadores que sempre, também, são reacionários, filhos de Deus. E que muitas vezes contam com o apoio capachista de alguns parlamentares que se auto-apelidam de esquerdistas. É visível, e constatada, essa contribuição feita pelo Partido dos Trabalhadores (PT) que oferece ao Amazonas seu caso crônico. 

 

Todavia, diante de um princípio de realidade parlamentar tão anêmico em que as atividades propostas para a sociedade-amazonense se reduzem sempre às tradicionais fantasias jurídicas-administrativas-burocráticas, que não esculpem uma estética dignificante do Habitar como Subjetividade-Potência-Alegria, como nos mostra o filósofo-psiquiatra Félix Guattari, podemo, agora, contar com o sujeito-histórico produtor de agenciamentos-coletivos em Manaus e no Amazonas, Francisco Praciano do Partido dos Trabalhadores, mas que não pratica a patologia-peleguista-capachista. Praciano é candidato ao cargo de deputado estadual. 

 

Praciano é o ser-inquieto que não precisa que se trate de suas categorias-ontológicas, visto que encadeia o Devir-Político como sua essencialidade como político-filosofante da arte de mudar as perspectivas populares. Tratado pela semiótica Devir-Povo como o Homem da Kombi, ele desterritorializou, pela práxis e poieses dos fluxos-mutantes e os quantas-desterritorializantes, o conceito-molar de vereador que aprisionava a Câmara Municipal. Daí, sua condensação Estética-Ética com os eleitores-democratas. O que lhe permitiu, também, a práxis e a poieses de desterritorialidades na Câmara Federal, depois que desembarcou em Brasília encadeado nos corpus afetivos e cognitivos dos milhares de votos de seus engajados e vanguardistas eleitores.

 

O poeta, baiano, Castro Alves, versejou: “A Praça é do Povo como o Céu é do Condor”. Para versejar assim, ele teve que conhecer a Praça e o Condor. Se ele não tivesse esse conhecimento, ele só teria tagarelado, diria Nietzsche. Mentido com os dois conceitos, como faz Bolsonaro com suas afirmações-tagarelantes.

 

Praciano, é conhecido por seus companheiros-eleitores como Praça. E como Praça ele condensou-se com a Praça-Povo de Castro Alves. Uma terceira-imagem, produto da condensação como ocorre no sonho, como mostra Freud.

 

Por essa imagem-alvissareira, o Povo vibra efusivamente: O PRAÇA NÃO ESTÁ NA PRAÇA! ELE É A PRAÇA! ELE É O POVO!   

   

 

  

 

 

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