NAZIFASCISTAS AMEAÇAM A DEPUTADA MARIA DO ROSÁRIO DE MORTE E ELA SORRIR: “NÃO VÃO NOS INTIMIDAR”

PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

Não precisa ser psiquiatra e nem conhecer os conceitos psiquiátricos sobre o nazifascismo apresentado pelo alemão, W. Reich, que tinha profunda sabedoria sobre essa subjetividade niilista que odeia a vida e sempre diz sim à morte, e pela força dessa atrofia-mental, jamais tem orgasmo, visto que o sexo implica a liberdade bio-afetiva-ética. qualquer pessoa engajada na vida sabe que todo nazifascista teve uma infância cruel, destruída, humilhada, violentada, torturada pela força-deletéria de seus pais profundamente castradores que também tiveram infâncias dolorosas. E como pais emocionalmente atrofiados, só repassaram para os filhos o mesmo modelo pelo qual tiveram suas mentes modeladas-adestradamente: pavor da Vida. 

 

Todo nazifascista, guarda em si, em seu inconsciente, uma criança abandonada sempre temerosa da  ameaça-castradora de uma representação paterna deletéria. O que significa ter sido uma criança sem qualquer vivência de acolhimento pelos pais como forma de suavidade, singeleza, amabilidade para poder desenvolver em si o amor-simpático-empático com o outro que se concretiza nas relações sociais em alteridade e humanismo. Não, no sentido escopofílíco (desejo do olhar), ela nunca se viu olhada com ternura por seus pais. O que lhe faria ir para fora ao encontro do outro com confiança como parceiro essencial para a vivência-ontológica.

 

Acossado pela representação castradora dos pais, ele, como criança-abandonada, só teve uma saída para fantasiar a liberdade da perseguição paranoica-castradora: se identificar com os pais-perversos. Ele se tornou a imagem-fantasmada do pai. Realização homossexual-perversa. Esta a razão porque cultua armas: elas são símbolo-fálico do pênis do Pai-Lei. É por essa identificação que ele quando é perguntado sobre sua infância, ele responde, delirantemente, que tive uma infância normal, uma boa educação e seus pais foram maravilhosos. Por tal, ele não aceita qualquer desconfiança desta afirmação. Será tida como ameaça. Algumas, poucas vezes, ele afirma que teve alguma desavença com os pais, mas foi coisa boba. Nada que não fosse normal.

 

Em verdade, como defesa-psíquica, sintoma, ele bloqueou todo o sofrimento para não chegar ao consciente o que lhe causaria profunda dor em função da força da repressão. Só que ele não sabe que sua forma nazifascista de comportamento já mostra claramente seu inconsciente sem qualquer mecanismo de defesa. A própria violência usada por ele contra as pessoas, principalmente as indefesas, já é a exteriorização de seus medos, visto que é dominado por forte sentimento de covardia. A imposição da dor ao outro, é uma forma-delirante de regressão contra si mesmo. Ele-pai, torturando ele-filho. 

A deputada do Partido dos Trabalhadores, Maria do Rosário, como uma intelectual, detém esse saber-psiquiátrico e, em função deste saber, sorriu quando foi ameaçada de morte por alguns nazifascistas respondendo: 

“Sou novamente alvo de ameaças de morte na internet. Não me intimidei antes e não o farei neste momento em que o ódio sucumbe e as trevas estão perto de seu fim. Fui eleita para defender a democracia e combater o fascismo. Sigo firme nesta luta!”.

E acrescentou, mais:
“Informo também que meu gabinete está tomando as medidas cabíveis junto à Câmara dos Deputados e à Polícia Federal. Reitero minha solidariedade ao vereador Leonel Radde e seu mandato antifascista, que revelou as ameaças e que desempenha papel importante nessa luta. Não nos calarão!”.

Como todo nazifascista é covarde, dominado por profundo medo, ele só ataca em bando, armado, ou na clandestinidade. Agora, com a mãe destes tipos de impotentes-ontológicos, a internet, eles usam e abusam de sua proteção-fálica-virtual. 

Para quem deseja conhecer uma forma de pedagogia de formação-nazifascista na adolescência, uma indicadora leitura é o conto a Infância de Um Chefe que se encontra publicado no livro O Muro, do filósofo da liberdade e opositor-engajado do nazifascismo, Jean Paul Sartre.  

Boa leitura! 

 

 

 

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