O CARICATO MINISTRO DE BOLSONARO, ERNESTO ARAÚJO NÃO VAI PARA O LIXO DA HISTÓRIA: A HISTÓRIA NÃO TEM LIXO

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NÃO HÁ DETRITOS HISTÓRICOS

 

Há na conceituação de alguns indivíduos, mesmo ditos intelectuais, que todos que se comportam antidemocraticamente em um determinado momento da sociedade dita humana, vão para o lixo da história. Trata-se de uma conceituação errada: a história não tem lixo. Nos ensina Marx, que a história é dialética no sentido de que ela é sempre ultrapassagem-revolucionária. O que significa, que tudo que lhe opõe não é fixado como corpus-memorial. O movimento-real que é a história, não guarda em sua-memória-revolucionária detritos. Sendo a história práxis e poieses, seu produto é sempre o que é necessário ao mundo-humano-dialético. O mundo que se metamorfoseia em qualidade-crescente.

 

A ABSTRAÇÃO DA HISTÓRIA 

 

Os que acreditam que há lixo na história, são os quem têm da história o entendimento hegeliano do Espírito Absoluto e Abstrato. Entendimento que prevalece nas universidades contra a filosofia e a ciência. A antifilosofia propagada por Hegel. “A concepção hegeliana da história supõe um Espirito Abstrato e Absoluto, que se desenvolve de tal modo que a humanidade não passa de uma massa que lhe serve de suporte mais ou menos consciente”, nos diz Marx como exame dos irmãos Bauer, na obra escrita com o seu camarada Engels, A Sagrada Família ou A Crítica da Crítica Crítica – Contra Bruno Bauer e Consortes. É a anulação da história empírica para predominância da história especulativa, esotérica, hegeliana. E que serve perfeitamente para a fantasia mistificadora do mundo pelos indivíduos abstratos. A tirania do idealismo como imaginário-subjetivista. 

 

SEM COLETIVIDADE NÃO HÁ HISTÓRIA

 

A história é sempre coletiva, embora seja produzida por indivíduos. Entretanto, há indivíduos que não se coletivizam: permanecem indivíduos. Por exemplo: o burguês. Diria, o filósofo Sartre: O Burguês é uma insuportável existência. Um individuo sem história. Para o filósofo Félix Guattari, trata-se do efeito da modelização dominante da família-privada sobre seus membros fabricados para servir o sistema capitalista-capitalístico. Sem coletivização. predominam as ideias individualistas que mesmo que esses sujeitos-sujeitados ensaiem uma atuação coletiva eles se comportam impulsionados por seus anseios familialisticos.  Em síntese: não são sujeitos-históricos. Não se fundamentaram como seres ontologicamente-históricos. Eles estão por todos os lados. Muitas vezes amparados por um discurso-teórico que quer ser estimado como revolucionário. Só acredita quem precisa dessa ilusão de classe.

 

A IGUALDADE DOS IGUAIS

 

No caso de um país, não é a eleição de um individuo para o cargo de presidente que vai assegurar uma experiência-histórica para esse país. Muitos países tiveram presidentes eleitos e não se historicizaram. Se descreveram apenas fabulisticamente. Falsificaram farsescamente o tempo que estiveram no cargo simbolizado como poder. Estão escritos nos livros, mas nos livros reacionários que só ilustram determinados momentos cronológicos. Ahistóricos. Aberração que se desloca fora da democracia. Embora, em alguns casos, falsos-professores, obriguem os educandos à consultá-los como conteúdos para avaliação-pedagógica. Perversão-educacional. 

Se um presidente é constituído de corpus-antidemocráticos, não há como ser diferente: seus auxiliares também serão. E não trata-se de que esses auxiliares queiram agradar seu chefe com seus atos. Não. Eles também são constituídos pelos mesmos corpus que o presidente. Daí, porque foram escolhidos. 

 

A HISTÓRIA NÃO É LIXO PARA ERNESTO IR

 

O “Arnesto” de Adoniram Barbosa, embora tenha engabelado os companheiros, “noi fumos e não encontremo ninguém”, ele era histórico: era samba. Mas, o Ernesto Araújo, o caricato ministro das Relações Exteriores do Brasil, este não. Jamais convidou qualquer país, tirando os Estados Unidos, para um samba. Sempre agrediu os representantes estrangeiros. Sua ahistória se revela claramente em seu estilo anti-diplomático relevante ao evento Bolsonaro: fuxico, trapaça, maricotagem, intriga, marocagem, tudo que é fútil e inútil, menos diplomacia como aproximação e trato com os governos e povos diferentes para estabelecer relações e intercâmbios políticos, econômicos e culturais. A vocação dos países para a defesa e manutenção da paz e segurança do planeta. 

Na força dessa situação, mesmo que a maioria da população brasileira deseje, Ernesto Araújo não vai para o lixo da história.  

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