BOLSONARO TEM UM OBJETIVO: PROVOCAR O MEDO, PÂNICO PARA JUSTIFICAR O ESTADO DE EXCEÇÃO

PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

A popularidade do evento Bolsonaro cai ladeira abaixo. Duas pesquisas foram divulgadas hoje. Uma do Datafolha e outra da XP com o Instituto de Pesquisas Sociais. Nesta consulta a avaliação negativa do evento saltou de 36% para 42%.

No momento que produzimos este post, no Brasil, segundo os dados coletados pela Universidade John Hopkins já atingiu 8.044 casos, com 324 óbitos e 127 curas. No mundo existem 974.514 casos, com 49.914 mortos e 197.587 curados. A Itália, Espanha e Estados Unidos lideram em contaminados e mortos.

No Brasil, o evento Bolsonaro, o genocida, o representante da morte continua dificultando o repasse dos R$ 600,00 reais e R$ 1.200,00 para o povo e para as mulheres chefes de família. 

Continua numa guerra contra os governadores de Estados que são favoráveis ao isolamento social, ao fechamento do comércio e estão proibindo a circulação de pessoas. Estradas, rios e aeroportos são fechados como alternativa para conter a expansão da peste covid19.

O evento, com essa política adotada aposta num fato: a convulsão social.

O número de pessoas com a peste vai aumentar, muitos morrerão, o sistema que trata as doenças entrará em colapso, bem como o setor funerário. Falta de exemplos não faltam.

A Itália foi a primeira a mostrar como o sistema  entrou em colapso. Ontem, no Equador, na cidade de Guaiaquil, pessoas mortas eram abandonadas nas ruas e outras eram incineradas a céu aberto e aves de rapinas sobrevoavam um hospital com “mortos sem sepultura”.

O genocida quer que o povo promova a convulsão social para justificar o uso da força e ele assumir com plenos poderes, fechando o Congresso Nacional, o STF. Sua saída será pela diagonal.

Há motivos para isso. Ele joga pelo quanto pior melhor. Politicamente perdeu o controle sobre a peste.

Sua família, os filhos, todos envolvidos em ilícitos. Há as milícias. Queiroz continua em isolamento social. A morte de Mariele e dos seu motorista Anderson está na conta deles. O gabinete do ódio dita como o ex-capitão deve atuar. Mataram na Bahia o Nóbrega numa operação que vem sendo investigada. Há a rachadinha envolvendo o filho Flávio, senador empreendedor. Falta explicações dos cheques recebidos pela senhora Michele Bolsonaro,  e no meio da pandemia o evento vai enfrentar os pedidos de impeachment, interdição e acusação de genocídio, crime contra a humanidade nos tribunais internacionais.

É nisso que ele aposta. É nesse rumo que caminha o Brasil e seu  povo.

Infelizmente, neste momento sombrio, o tema principal é a morte promovida  por essas duas pestes. A primeira tem que ser interditada, sofrer impeachment da chapa e a outra ser curada por uma vacina, que pelo visto ainda vai demorar um pouco para uso da população.

 

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