BOLSONARO INVENTA A FÓRMULA PARA ACABAR COM O DESEMPREGO: O “BAFO”

PRODUÇÃO AFINSOPHIA.ORG

 

O evento Bolsonaro conseguiu o recorde em desemprego: mais de 13 milhões de trabalhadores desempregados. E para piorar o índice de trabalhadores em atividades informais, por imposição do desemprego-formal, é de 38.8 milhões. O que significa que as perspectivas para o ano que vem – se ele conseguir chegar até o Papai Noel – são as mais cruéis: mais aumento de desempregados. O que implica a insegurança política e social do país.

Porém, ontem, dia 27, Bolsonaro encontrou a fórmula para mudar este quadro humilhante e desesperador para o trabalhador brasileiro. Como é de sua óbvia personalidade, para fazer gênero e acreditar que a população lúcida do Brasil acredita, ele se mostrou solícito com alguns de seus apaniguados em frente ao Palácio do Planalto: uma forma de se exibir como alguém acreditado e protegido pelo povo. Quer dizer: os que se identificam com ele e que ele acredita ser a representação fiel do povo.

 No afã de se mostrar querido, permitiu que um de seus semelhantes se aproximasse dele e lhe pedisse um emprego. Então,  em um ato de ocultação, falou para um de seus seguranças: “Só pelo bafo, não vai ter emprego”. Aí sua fórmula de terminar com o desemprego: basta o desempregado tratar seu “bafo” que o emprego aparece.

Mas, Bolsonaro, como sempre, cometeu um erro: ele não disse qual é o bafo. Existem vários tipos de bafo. E ele, no meio em que anda, e com os sujeitos com quem ele se relaciona, principalmente os capachos que quase sempre tem mal hálito, deve conhecer inúmeros tipos de bafo.

Assim, Bolsonaro, para acabar com o desemprego, fica intimado a dizer qual o bafo que consegue emprego. Caso contrário, o desemprego continuara crescendo e ele, sim, perderá seu emprego dado de mão beijada e que seus eleitores sequer procuraram saber qual o odor de seu bafo. 

 

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