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MESMO EM PESQUISA MANIPULADA ELEITORES MOSTRAM QUE VOTAR EM LULA É QUESTÃO DE FÉ E RAZÃO: 40% DE CATÓLICOS E 32% DE EVANGÉLICOS VOTAM NELE

Produção Afinsophia.

Pesquisa manipulada do Datafolha, entre religiosos, mostra que Lula tem a preferência de 40% dos católicos e 32% dos evangélicos. Por sua vez, o candidato da extrema direita que faz apologia ao uso de armas pela população e se apresenta contra os LGBTs, Bolsonaro, tem 13% de preferência dos católicos e 21% dos evangélicos. Já Marina, a que riu sobre o cadáver de seu aliado Eduardo Campos, tem 12% da preferência de católicos e 17% de evangélicos. 

     Levando em consideração que tanto católicos e evangélicos representam o discurso cristão, e sabendo-se que o discurso cristão prega a solidariedade entre os homens em comunhão de todos, a pesquisa manipulada tem quer ser lida e entendida em dois planos. Um plano que mostra qual o cristianismo que os seus representantes seguem. Outro o que realmente propaga a fé no outro como companheiro de jornada ontológica. 

     Do primeiro plano pode-se extrair que quem representa a solidariedade cristã é Lula. O seu governo popular em que tirou quase 40 milhões pessoas da escala da pobreza e desenvolveu políticas sociais que beneficiaram a maioria da população brasileira, já confirma essa vocação cristã de dimensão superior sobre o entendimento da humanidade. Coisa que nem Bolsonaro e Marina, os dois golpistas, têm. Apesar de Marina se propagar quase como bispa.

     O segundo plano dos que acreditam no outro como companheiros capaz de promover o amor fraterno. O que significa acreditar no outro como seu próximo-necessário. Amar seu próximo como a si mesmo, mas quando o si mesmo encontra-se comprometido com a liberdade criadora de cada um como comunalidade cristã. Lula é esse personagem que o próprio Papa Chico reconheceu. Os dois, Bolsonaro e Marina, não apresentam essa dimensão do amor ao próximo como primeiro modus de ser cristão em compromisso engajado com a liberdade criadora de novas formas de pensar e agir em comunhão-racional. Um prega a violência, a outra prega uma fantasia sobrenatural que dissipa a ordem da racionalidade.

     Os eleitores cristãos que votam em Lula mostram que a religião não se resume a abstrações pessoas que afasta a experiência objetiva dissipando a razão. Para eles não pode existir fé sem razão. O que mostra que a política, em seu sentido superior, não pode existir sem a fé comungada com a razão. Já os eleitores dos dois, infelizmente, não atingiram esse grau de essencialidade religiosa. Para eles a religião é um topos onde eles vão projetar seis sentimentos individuais, onde alguns deles se harmonizam com a violência de Bolsonaro e o deslocamento mágico de Marina. 

    Deste quadro apresentado pelos dois tipos de eleitores, fica constatado que os eleitores de Bolsonaro e Marina, não vivenciaram o mundo como a dimensão-cósmica-harmônica que serve de indicador para construção de uma sociedade em todos tenham os mesmos direitos de viver, viver bem comprometidos com todos. O que é a ética democrática.  

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