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ELEIÇÕES NO AMAZONAS TERÁ 2º TURNO COM UM SÓ CANDIDATO, MAS GRANDE FEITO FOI O CANDIDATO JOSÉ RICARDO, DO PT, QUE SURROU BRAGA E REBECA E COMO LULA RESGATOU A DEMOCRACIA EM MANAUS

Não é mágica virtual. Você imagina que está vendo duas imagens, mas é só uma

Produção Afinsophia

As pesquisas de  intenções de votos de alguns institutos de Manaus que remetem a golpistas erraram. Alguns desses institutos pertencem a pessoas ligadas ao poder, quer do Estado, quer dos mandatários da cidade de Manaus. Nas eleições de hoje, como já é vício erraram novamente. O candidato José Ricardo e Sinésio Campos, do Partido dos Trabalhadores surraram o senador golpista, Eduardo Braga e a outra golpista, laranja do PP, Rebeca Garcia. Zé13, como ficou conhecido, sempre aparecia em 4º lugar nessas falsas pesquisas.

Concluída a apuração dos votos de Manaus, José Ricardo conquistou 152,8 mil votos correspondendo 18,32%. Braga, ex-ministro de Dilma Rousseff,  das Minas e Energias, golpista do PMDB, que diferente de Kátia Abreu preferiu apoiar o golpe, obteve 150,1 mil votos, na estatística prevalecendo 17,97% e Rebeca Garcia que pertence ao partido golpista PP recebeu 141 mil votos, o equivalente a 16,86% do eleitorado da capital.

Essa votação de José Ricardo na capital, segundo o deputado do PT deve ao trabalho da militância do Partido. Podemos dizer também que já reflete uma mudança de muitos amazonenses que acreditaram num primeiro momento na ponte para o futuro e que a ponte desmoronou no nascedouro. Esse voto demonstra uma compreensão de que o PT não é e nunca foi o partido mais corrupto, como uma candidata no último encontro na TV bradou e ficou com zero votos. A vinda da presidente do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffman à capital foi importante, bem como a manifestação de apoio de Luís Inácio Lula da Silva oxigenou a campanha de José Ricardo.

José Ricardo e o PT comemoram o feito na capital. Mas, no segundo turno, o Amazonas tem um só candidato. Sua principal característica é ser golpista. Os dois candidatos um só. Amazonino Mendes, natural de Eirunepé, funcionário do extinto Der-Am onde “pirangava” cigarro dos colegas foi alçado à política em 1983 pelo finado governador Gilberto Mestrinho. Foi prefeito da cidade, governador, senador e prefeito. Amazonino criou Eduardo Braga a quem chamava de “meu garoto”. Suas outras crias são, Omar Aziz, Zé, o Melo, mais conhecido como Zé Merenda, Alfredo Nascimento Tucumã, o campeão da corrupção nacional deputado Federal Pauderney Avelino, segundo Sérgio Machado. Todos e mais os que não citamos constituem uma única pessoa. Nosso texto não tem a pretensão de um realismo fantástico iniciado no Brasil por Machado de Assis e depois seguido por Júlio Cortázar, Gabriel Garcia Marques e Jorge Luís Borges. Mas, afirmamos, todos eles são uma só pessoa.

Amazonino  é Eduardo  e Eduardo  é Amazonino. Se essa cena fosse diante do espelho, Amazonino vê Eduardo e Eduardo vê Amazonino, infere-se com isso que os dois são um só.  O eleitor amazonense, por isso, no segundo turno vai votar num único candidato. O texto enunciado por ambos é o mesmo. A subjetividade dos dois em um é a mesma. Os dois estão governando o Estado do Amazonas a mais de trinta anos e falam em arrumar a casa que eles em sendo um destruíram e que isso tem jeito. (Ação Conjunta) O Estado do Amazonas está destruído. Faltam moradias, hospitais, remédios, médicos, reajustes salarial para os professores do Estado/Seduc e da Prefeitura/Semed. Os dois são uma só pessoa. Vejamos. São golpistas. O PDT de Amazonino Mendes, com Hyssa Abraão votou a favor do golpe bem como vários deputados e senadores do PDT. Eduardo Braga é Trigolpista. É do PMDB que arquitetou, planejou o golpe com a participação direta do campeão de citações e pedidos de prisão, Aécio Neves do PSDB de Artur Neto, prefeito de Manaus que ameaçou surrar o maior e melhor presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva e do DEM de Pauderney Avelino que já levou uma bordoadas de Mazoca que agora fala em paz e amor.

Com um único candidato não vamos arrumar a casa e essa casa não tem jeito. Quem ganhar a eleição vai ter que responder à justiça. Há denúncias de cabo eleitorais de Amazonino comprando votos num distante município do Estado. E por falar em compra de votos, foi por isso que Zé, o Melo da Merenda foi cassado e o senador golpista, Eduardo Braga está batendo às portas da Lava Jato. Este deve muitas explicações bem como seu “adversário”, irmão, filho do mesmo pai, GM, senador Omar Aziz nos seus governos, foi construído por trabalhadores da Andrade Gutierrez a Arena da Amazônia.

O eleitor amazonense tem um só candidato. Amazonino que mandou uma paraense morrer porque sua casa foi inundada por uma forte chuva e não tinha para onde ir e um candidato paraense Eduardo Braga, que é diferente do Angelim e de todos os cabanos que lutavam contra o domínio português no Estado do Pará. Este Eduardo se caracteriza por um dote. O golpe. É ingrato. Não reconheceu o que o presidente Lula fez pelo Amazonas e nem Dilma que o elevou ao status de ministro das Minas e Energias. Mas, o recado de Lula para Cinta Larga ficou dado quando aqui esteve semana passada. Virá à Manaus, mas comerá um tambaqui como os seus. E os seus não estão na “CUT” do PT de Manaus e nem com o ex-prefeito “petista” de Maués, padre Carlos e o prefeito “petista” de São Gabriel da Cachoeira que bandeirou para Amazonino.

Portanto eleitor amazonense insatisfeito que não vota nos dois em um, esse é o quadro sinistro que temos pela frente. Só nos resta uma reflexão. O que fazer? Somos 2.338.886 eleitores. E aqui está a resposta. Como é só um candidato ele já está eleito. Como já está eleito só nos resta somar a abstenção do primeiro turno que foi de  569.501 ausências (24,35%) ou não votar no único candidato. Vamos somar aos nulos 218.201 (12,33%). Anulemos nosso voto que serão adicionados aos 61.826 (3,49%).

Escore final do pleito:

Amazonino Mendes 577.397 – 38,77%

Eduardo Braga 377.680 – 25,36%

Rebeca Garcia 268.922 – 18,06%

José Ricardo 181.257 – 12,17%

Luiz Castro de Envira 39.240 – 2,63%

Em síntese, a abstenção será bem maior que a do primeiro turno.

 

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