PALMEIRAS SAI DA LIBERTADORES COMO ENTROU: MEDÍOCRE

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O time do Palmeiras hoje tem um presidente intelectual, economista, professor da USP, Luiz Belluzo. Mas, como se diz, presidente não ganha jogo, e muito menos, quando é intelectual, passa sua inteligência para o time. Fosse o contrário, o Palmeiras não economizaria tanto perna-de-pau em seu medíocre elenco.

Ontem, dia 16, fez dez anos(?) que o Palmeiras ganhou a Libertadores. E olhe que era um tempo de timaços dos países patrícios sudamericanos. Tinha um Boca com os dentes completos. Nada deste Boca de agora, completamente desdentado. Não morde uma jogada. Palmeiras não era um time só de craques, mas havia craques.

Mas, deixando distante, em seus territórios virtuais, as imagens-lembranças, o Palmeiras da Libertadores 2009 é um senhor embuste. A começar pelo técnico, chamado por alguns torcedores de Wanderley ‘Luxembuste’. Um embuste futebolístico, mas uma verdade empresarial. Sua grande jogada mira sempre o lucro com os jogadores que empresaria. E para não dar muita bandeira que se encontra fora das ondulações esportivas, apela para o auto-marketing muito bem patrocinado por parte da mídia desprovida de faculdade cognitiva.

Seu elenco de jogadores, com exceção do goleiro Marcos, e mais uns três jogadores, faz parte do embalo embusteiro. Joga pela hora da morte. Ou melhor, toda partida é um confronto com a boa ceifadora. Sua participação na Libertadores mostrou esta realidade. Cada partida era um Deus nos acuda. Perdia em casa, apanhava na rua. E assim foi indo, até que apareceu um simples Nacional e passou-lhe a foice. Foi-se uma classificação. Como se diz na linguagem debochada: “Com o time medíocre que tem, foi até muito longe. E muito tarde.” Nada de gol de Keirrison, Diego Souza, Obina. Tudo uma só sina: a mediocridade.

O certo é que se o periquito e o porco não se unirem em um projeto real, com técnico e jogadores reais, os dois vão continuar comendo milho e o papagaio levando a fama.

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