ENQUANTO MÍDIA TENTA SEGUNDA VERSÃO DA ‘FEBRE MIDIÁTICA’, MINISTÉRIO DA SAÚDE CUMPRE PAPEL E INFORMA A POPULAÇÃO

Assim como tem chamado de “crise” a falência do sistema financeiro montado nas décadas de 80 e 90 baseado em ativos financeiros insolventes, a ordem do capital, através dos seus agentes – notadamente a imprensa/mídia – tenta ocultar sintomas da patologia social do capital através do uso inadequado de nomenclaturas.

Assim, o vírus derivado da variação H1N1, chamado oficialmente de Influenza A, tem sido alcunhado como “Gripe Suína” ou “Gripe Mexicana”, tentando ocultar a sua origem no modo de produção teratogênico dos alimentos industrializados (a carne suína, bovina, de ave). Igualmente, a imprensa, tanto local como nacionalmente procuram se aproveitar para criar pânico entre a população, repetindo a irresponsabilidade social do ano passado, quando anunciou uma ‘epidemia de febre amarela’ que acabou matando mais pessoas que se submeteram a vacinação massiva do que propriamente casos da doença, no episódio que ficou conhecido como “febre midiática”.

Por conta disso, a mídia alternativa e o governo federal têm sido os principais veículos de informação segura sobre a doença. A ironia é que a porta de entrada possível para Manaus, por exemplo, são exatamente aquelas da classe média que se quer elite: aviões que vêm de Miami para Manaus com algo a mais do que mercadorias para revenda bem ao (des)gosto colonizado, ou os cruzeiros internacionais de ricos e novos-ricos que aportam no porto flutuante da cidade.

De qualquer sorte, não há razão para pânico. E como vetor itinerante dos saberes e dizeres necessários à comunalidade, este bloguinho traz abaixo o informativo do Ministério da Saúde sobre o Influenza A, alcunhado erroneamente como “gripe suína” ou “gripe mexicana”. É para ler e divulgar.

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