O BURACO QUE NÃO QUER TAPAR- AS TONELADAS DE ASFALTO DA PREFEITURA DE MANAUS

É sabido da população de Manaus que o prefeito cassado, Amazonino, anda angustiado com a sua possível cassação terminal, já que estar-prefeito, por efeito (para rimar) de uma medida cautelar, e por isso não tem sido visto atuando concretamente de acordo com o afinco que o cargo exige. Diante desta situação, os secretários responsáveis pela administração-cassada recorrem a todo tipo de estratagema de marketing para fazer de conta, diante da população, que tudo ocorre segundo os princípios políticos administrativos de uma cidade.

Neste invólucro do faz de conta, publicidades de todas as formas e matizes são espalhadas nos meios de comunicação e pela cidade. Todavia, uma chamou a atenção do manauara. Um outdoor quase na esquina da Ruas General Glicério com a Leonardo Malcher, trazendo, além do surrado clichê, “Reconstruindo Manaus”, a seguinte mensagem anti-matemática/geográfica: “600 toneladas de asfalto por dia, em 70 dias”. Imaginemos 600 toneladas de asfalto por dia, em 70 dias, quantas Manaus poderiam ser asfaltadas? Que refinaria suportaria tamanha quantidade de produção de asfalto?

Mas que tanta ironia: os buracos continuam dando a ordem do dia em Manaus. Hoje, dia24, foi visto mais um buraco se exibindo no centro da cidade. Ali, na Avenida Getúlio Vargas, como se diz, “confronte o PAM”.

Aproveitando as toneladas, façamos uma sugestão para as crianças que vão participar da Provinha Brasil.

Quantas vezes você asfaltaria a rua em que você mora com 600 toneladas de asfalto por dia?

Os acertadores vão ganhar uma bolsa-estudante da prefeitura-real.

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