BOLSA FAMÍLIA MOSTRA QUE CRISE NO BRASIL SERÁ MENOR

Enquanto dirigentes de países desenvolvidos se descabelam contra a estagnação da economia de mercado, e no Brasil, a imprensa sequelada tenta vender a ideia de que o governo errou, tudo o que Lula previu, como “o melhor economista do Brasil” (segundo Delfim Netto) está acontecendo.

É claro que o Brasil será afetado pela alcunhada crise (o Estado do Amazonas, com a sua economia de faz-de-conta, a Zona Franca de Manaus, mais ainda), mas nada que faça com que o país tenha uma estagnação econômica.

Mas há um indicador com o qual não se contava: a chamada porta de saída do Bolsa Família, o maior programa de transferência de renda do mundo.

Segundo dados do MDS (Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome), mais de 450 mil famílias deixaram o programa, seja porque sua renda familiar superou o máximo exigido para receber o benefício (137 reais per capita), seja porque não cumpriu as condicionalidades do programa.

No início do ano, aproveitando o crescimento da demanda da construção civil, o governo federal, através dos SINE, começou a promover cursos profissionalizantes na área. Em Manaus, por exemplo, no final do ano passado, o setor inflacionava em vagas, faltando mão-de-obra especializada. Com isso, o governo garante a profissionalização da mão-de-obra e experiência garantida.

As vagas deixandas por este meio milhão de famílias serão aproveitadas por quem está no perfil mas ainda não foi cadastrado. São meio milhão de famílias que contradizem a fala do travestido em honestidade, senador Jarbas Vasconcelos e seu amigo, o Garçon da Brasília Teimosa. Jarbas, querendo pavonear-se como vice de Serra, afirmou que um garçon do bairro Brasília Teimosa, em Recife, teria abandonado o emprego para viver do benefício federal. Enquanto a alcunhada oposição tergiversa, o governo apresenta dados.

São ecos da alcunhada crise: o governo esperava que mais famílias fossem desligadas. No entanto, o número mostra que em termos de economia, o país tem mais mercado interno e de consumo para suportar a queda mundial causada pelo abalo da economia financeira. Se não é socialismo, ao menos é sinal de que mais pessoas estão comendo mais e melhor. E isto é, no contexto atual, uma revolução.

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