COMEMORAÇÃO DOS 100 ANOS DE UMBANDA — AMIGOS UMBANDISTAS DO ESTADO DO AMAZONAS

Umbanda 100 Anos 01 por você.

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Essa festa ocorreu no dia 15 de novembro de 2008, o dia em que se comemora por todo o Brasil os 100 anos da fundação da Umbanda, a religião de matiz africana genuinamente brasileira. A festa foi organizada por Pai André de Ogum no terreiro de Mãe Neura, que fica no Núcleo 14 da Cidade Nova, Zona Norte de Manaus, e contou com a participação de vários zeladores, pais de anto, yalorixás, filhos de anto, numa comunhão que culminou com a fundação de um movimento denominado de Amigos Umbandistas do Estado do Amazonas.

Umbanda 100 Anos 02 por você.

Pai Luiz, Mãe Neura e Pai André

Este bloguinho, que também esteve presente, traz imagens e falas de umbandistas presentes na histórica festa, a começar pelo seu organizador, o afetuoso e sapiente Pai André de Ogum:

A gente está organizando o movimento dos Amigos Umbandistas do Estado do Amazonas. Começamos este movimento hoje, no dia em que a gente comemora o centenário da Umbanda. No dia 15 de novembro de 1908, em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, a Umbanda foi fundada pelo caboco Sete Encruzilhadas. É uma religião genuinamente brasileira. Foi então aberta a tenda Nossa Senhora da Caridade, pelo médium Zélio Fernandino de Moraes, e depois propagou-se muito rápido. Depois de 55 anos de fundada a religião, já havia sido fundadas 10 mil tendas pelo Brasil inteiro. Em Manaus, hoje, há uma mistura nos terreieos, de Umbanda, Candomblé, houve uma vez que eu ouvi falar que aqui tinham mais de 2 mil terreiros de Umbanda.

Umbanda 100 Anos 03 por você.

A gente quer, com esse movimento, uma forma de reunir, de unir, de confraternizar, de falar mais sobre a religião. Tem alguns de nossos irmãos que não têm conhecimento da fundação, das origens da Umbanda. Então, é uma forma de passar mais esses conhecimentos e de marcar esse dia. Nós pretendemos agora todos os dias 15 de novembro fazer uma comemoração. A princípio nós somos um grupo de 18 zeladores de santo, de Umbanda, na cidade de Manaus. Queremos, sim, alcançar todo o nosso universo amazônico, mas isso é uma conquista que ainda vamos ter. Hoje a nossa maior dificuldade é o misticismo que as pessoas fazem da religião: que é um culto do demônio, vêem os umbandistas como feiticeiros, etc. A nossa realidade não é essa. Nós temos a nossa religião para dar orientação espiritual, para engrandecer a pessoa espiritualmente e destinar ela para o nosso Oxalá, para o nosso orixá maior, que é o nosso Deus.

Umbanda 100 Anos 13 por você.

A importância que a Umbanda tem para nós que somos umbandistas, para os filhos que freqüentam as nossas casas é a de ter um desenvolvimento espiritual que, às vezes, não encontram dentro da Igreja Evangélica, não encontram dentro da Igreja Católica. Algumas dessas pessoas encontram evolução espiritual dentro da casa de Umbanda. A importância maior é direcionar essas pessoas pelo caminho que leva ao Nosso Senhor. Ainda há muitos preconceitos, tanto umbandistas quanto candomblecistas são taxados de macumbeiros, feiticeiros, mas também o Candomblé tem ganhado muito espaço, a Umbanda tá buscando também os seu espaço. Eu acho que hoje, esse evento de hoje é um marco, é uma sementinha que a gente tá plantando pra ela crescer cada vez mais e buscar o seu espaço de verdade. Hoje no Rio de Janeiro está em festa, São Paulo está em festa, em Brasília tá tendo festa, em Curitiba tá tendo festa pelo centenário de fundação da Umbanda…

Umbanda 100 Anos 05 por você.

Para o chamado grande público, a Umbanda permanece misteriosa, mas o que se sabe, como se sabe de todas as manifestações dos negros todas as manifestações populares , é que sempre houve muitas perseguições da cultura que sempre se achou (se acha?) superior — o branco, europeu, masculino, heterossexual —, por isso as religiões afro sofreram até mesmo com as investidas policiais, e antes dos nobres senhores e capitães do mato. Quem fala, trazendo a força da história que sobreviveu por baixo da Historiografia, é Pai Luiz Queiroz de Ogum com Oxóssi e Oxum com Oxumaré:

Umbanda 100 Anos 10 por você.

A Umbanda é o trono de tudo. tudo começou na Umbanda, na época dos negros, dos escravos. Eles trabalhavam embaixo de uma árvore. Essa árvore se chamava macumbeira. Eles, com medo dos patrões, barões, eles se reuniam debaixo da macumbeira. Lá eles faziam os rituais, pros pretos velhos, e trabalhavam na cura. A Umbanda foi o nascimento de tudo. Depois foi aparecendo, com as descobertas, as pesquisas, os ensinamentos, os áfricos, aí foi aparecendo o pessoal das nações – Ketu, Angola, Candomblé. Na minha época, 50 anos atrás, que eu sou de 61, Candomblé era pé de dança, lá no Rio de Janeiro. Se catuava assim: “Vamos pro Candomblé”, aí desciam os cabocos cruzados com Oxóssi e Jurema, pra dançar o Candomblé. “Ai que Candomblé!” Aquele Candomblé bonito, então virou nação. Virou nação e foi crescendo, e hoje nós temos Ketu, Angola, da Umbanda saíram as sete linhas da Umbanda – Branca, Umolocô, a Umbanda Cruzada, Umbanda Jêju, Mina Jêju, Mina Vodum, Mina Vodunfã, Mina Nagô. Foram várias nações que foram nascendo através da nossa amada e querida Umbanda.

Umbanda 100 Anos 08 por você.

Entre os diversos presentes, ouvimos Pai Rogério Navê Oroalin com Badé, que na Umbanda seria Oxum com Xangô, que mostra em sua fala a riqueza e diversidade no culto da Umbanda:

Eu participo de um culto afro que pega muito a parte da Umbanda, onde eu me iniciei e tudo, que se chama Mina Jêju, que é cultuado no Maranhão, na minha casa eu cultuo Umbanda, encantados de Umbanda, com preto-velho, com exus, com crianças. A gente passa por fundamentos, obrigações, tem uma disciplina organizada, têm rituais secretos de iniciação, de complementos espirituais…

Umbanda 100 Anos 12 por você.

Finalmente trazemos a bem humorada e acolhedora dona do terreiro, Mãe Neura do Seu Sete Encruzilhadas, que chegou alegre e que deixou em suas vertiginosas falas as lutas da Umbanda, a sua beleza e a sua autenticidade enquanto crença religiosa. Ela, que veio do Rio de Janeiro, onde a Umbanda começou em sua fundação oficial, e demonstra as linhas que a Umbanda seguiu por estas paragens, consolidando-se por toda parte, assim como no Amazonas:

Umbanda 100 Anos 04 por você.

Eu sou a Mãe Neura, a louca do 14, o pessoal me chama assim, porque tem sempre um tempo em que a gente faz um giro, faz aquela caminhada, principalmente na época do afoxé. Na Bahia eles fazem o afoxé, aqui a gente não faz, estão tentando pra fazer agora ano que vem, e eu faço a caminhada, na sexta-feira do carnaval a gente faz aquela caminhada, e o exu vai, eu vou até o cemitério, dali eu volto, termino a gira em casa, isso tudo de dia, e depois a gente brinca o carnaval, aquela coisa toda, e eu aprendi com a minha mãe que a gente faz o prêmio, pra pedir proteção, e na quarta-feira de cinza as pessoas vem no barracão devolver pra queimar, tem todo um significado aí. Aí eles diziam que eu fazia procissão pra exu. Como também, a nossa parte de exu, o nosso trabalhador, a cada 3 meses a gente caminha com ele na estrada pra pedir progresso, prosperidade, cliente, luz, força, tudo. A gente corre em sete encruzilhadas, e leva as oferendas e vai colocando. Eu não me importo que tenha igreja Batista, Adventista, Universal, Assembléia, eu faço a minha religião, pra mim é a minha religião e acabou-se. Era procissão de exu também. Eu nunca me importei; quando eu passo eu sei que passo, foi para o bem eu estou junto. E por isso eles me chamam de “louca do 14, que faz procissão de exu”. Eu não tenho culpa; se eu tenho médium preparado, eu vou sair sozinha por quê? Eu tenho uma opinião que é o seguinte: se eu estiver bem, meus filhos vão estar, e o que eu puder fazer pelos meus filhos eu faço. Religião nenhuma dá riqueza a ninguém, ela dá força, saúde e caminhos abertos, desde que você faça por onde merecer. Que Deus diz, tá lido porque tá escrito: “Faz por ti, que eu te ajudarei.” Na nossa religião a gente faz pelos médiuns pra poder ser ajudado. Eu não posso ir no médico e o médico passar um remédio e o remédio ficar em cima da mesa, a gente deixar lá e ficar bom. Aí, mano, tá difícil milagre.

Umbanda 100 Anos 07 por você.

Na Umbanda, eu comecei em 70. Fui do Alan Kardec dos sete aos dezesseis, depois passei pra Umbanda, fiquei 12 anos no terreiro da minha mãe, no Rio de Janeiro, Terreiro de Umbanda Rei do Congo e Caboco Sete Lagoas. Benedita Anjo, que a yalorixá, continua trabalhando, com quase 90 anos. Vim pra cá em 82, mas fui primeiro para a Praça 14, na casa da minha mãe, na Dr. Machado, esquina com a Visconde, onde é uma locadora de carro hoje. Em 85 eu vim pra cá pra Cidade Nova, porque já tinha muita gente e lá era muito pequeno. Meu pai hoje é James Rios, James do Ogum. Eu tive que passar pro Candomblé não por vaidade, mas sim por necessidade, porque na casa da gente chega gente de todas as nações. Aí tu imagina a gente ter um filho bom, ma a nação dele é Ketu? Aí você não vai dar a ele o que ele precisa porque você só está na Umbanda. A minha vida é Umbanda, eu gosto dos cabocos, eu gosto dos pretos-velhos, dos exus, das rezas, das danças. O Candomblé pra mim foi um complemento, estou satisfeita também; mas eu acho assim, se você é burro velho não vai aprender uma nação como alguém que fala português e de repente vai falar inglês em uma semana. Mas a hora que eu preciso tem meu pai, tem meu irmão, Rafael de Oyá, que toca o Candomblé.

Umbanda 100 Anos 06 por você.

A Umbanda foi tudo pra mim, e é tudo; a gente quando passa de uma nação pra outra, se a gente não tiver estrutura a gente vacila muito, é como se você falasse uma língua diferente, porque espíritos pra mim todos são iguais, não existe diferença, o que muda é modo como você prepara. Eu tive uma experiência no Gêge não muito boa, com um pai de santo, que só não me derrubou mesmo porque abaixo de Deus os orixás, que graças a Deus me retiraram. As pessoas que viviam em minha casa presenciaram muita coisa desse pai de santo, que queria que eu desse a minha casa pra ele, eu perdi mais de cem filhos de santo. Eu passei uma dificuldade muito grande. Eu me vi só. Então, eu tenho uma filha de santo que é de Obá, Maria das Graças dos Anjos, ela e Ana de Oxum foi que me deram uma luz. disseram: “Você não vai cair. Um dia você deu a mão pra gente e hoje nós vamos lhe dar a mão.” Então elas me fizeram conhecer o seu Luiz, que é de Umbanda Umolocô. Seu Luiz pra mim é tudo, abaixo de Deus foi ele que me deu a mão. Depois que eu já tinha sarado, saído da enfermaria, ido pra casa me recuperar, aí eu conheci Rafael de Oyá e comecei a ter intimidade com Pai James de Ogum, e é ele que vai fazer minha obrigação de 14. Eu vou abrir a minha porta pra Manaus toda, porque o pessoal não me ver de orixá, me ver de preto-velho e exu, sou conhecida como a Neura de Seu Sete Encruzilhadas, mas eu vou fazer minha obrigação de Ketu, porque eu preciso, muitas pessoas da minha casa são de nação e eu preciso. Mas foi a Umbanda que me deu a mão, quem me suspendeu e me levantou. Ela foi meu início e foi o meu meio, não sei se será o meu fim, mas graças a Deus eu tenho só boas recordações da Umbanda. Pra mim foi uma surpresa [a comemoração dos 100 anos de Umbanda], porque não tinha muita intimidade com ele [Pai André de Ogum]. Eu conheço muita gente de nome, eu não vou não casa de ninguém, porque não tenho tempo. Eu fiquei feliz, principalmente agora que nós fomos alforriados, que nós deixamos de ser seita e somos uma religião. Quer queira quer não, a pessoa tem de respeitar, e eu faço valer isso, eu não tenho vergonha de dizer que eu sou umbandista, que eu sou espiritualista. Se eu tiver que sair de baiana na rua eu vou sair, e que fale mal de mim que eu vou ganhar é dinheiro, largo processo mesmo. É muito bom essa comemoração pra ver se o pessoal se junta mais, espero que a cada ano a gente comemore mais.

Umbanda 100 Anos 11 por você.

Na Umbanda, eu comecei em 70. Fui do Alan Kardec dos sete aos dezesseis, depois passei pra Umbanda, fiquei 12 anos no terreiro da minha mãe, no Rio de Janeiro, Terreiro de Umbanda Rei do Congo e Caboco Sete Lagoas. Benedita Anjo, que a yalorixá, continua trabalhando, com quase 90 anos. Vim pra cá em 82, mas fui primeiro para a Praça 14, na casa da minha mãe, na Dr. Machado, esquina com a Visconde, onde é uma locadora de carro hoje. Em 85 eu vim pra cá pra Cidade Nova, porque já tinha muita gente e lá era muito pequeno. Meu pai hoje é James Rios, James do Ogum. Eu tive que passar pro Candomblé não por vaidade, mas sim por necessidade, porque na casa da gente chega gente de todas as nações. Aí tu imagina a gente ter um filho bom, ma a nação dele é Ketu? Aí você não vai dar a ele o que ele precisa porque você só está na Umbanda. A minha vida é Umbanda, eu gosto dos cabocos, eu gosto dos pretos-velhos, dos exus, das rezas, das danças. O Candomblé pra mim foi um complemento, estou satisfeita também; mas eu acho assim, se você é burro velho não vai aprender uma nação como alguém que fala português e de repente vai falar inglês em uma semana. Mas a hora que eu preciso tem meu pai, tem meu irmão, Rafael de Oyá, que toca o Candomblé. A Umbanda foi tudo pra mim, e é tudo; a gente quando passa de uma nação pra outra, se a gente não tiver estrutura a gente vacila muito, é como se você falasse uma língua diferente, porque espíritos pra mim todos são iguais, não existe diferença, o que muda é modo como você prepara. Eu tive uma experiência no Gêge não muito boa, com um pai de santo, que só não me derrubou mesmo porque abaixo de Deus os orixás, que graças a Deus me retiraram. As pessoas que viviam em minha casa presenciaram muita coisa desse pai de santo, que queria que eu desse a minha casa pra ele, eu perdi mais de cem filhos de santo. Eu passei uma dificuldade muito grande. Eu me vi só. Então, eu tenho uma filha de santo que é de Obá, Maria das Graças dos Anjos, ela e Ana de Oxum foi que me deram uma luz. disseram: “Você não vai cair. Um dia você deu a mão pra gente e hoje nós vamos lhe dar a mão.” Então elas me fizeram conhecer o seu Luiz, que é de Umbanda Umolocô. Seu Luiz pra mim é tudo, abaixo de Deus foi ele que me deu a mão. Depois que eu já tinha sarado, saído da enfermaria, ido pra casa me recuperar, aí eu conheci Rafael de Oyá e comecei a ter intimidade com Pai James de Ogum, e é ele que vai fazer minha obrigação de 14. Eu vou abrir a minha porta pra Manaus toda, porque o pessoal não me ver de orixá, me ver de preto-velho e exu, sou conhecida como a Neura de Seu Sete Encruzilhadas, mas eu vou fazer minha obrigação de Ketu, porque eu preciso, muitas pessoas da minha casa são de nação e eu preciso. Mas foi a Umbanda que me deu a mão, quem me suspendeu e me levantou. Ela foi meu início e foi o meu meio, não sei se será o meu fim, mas graças a Deus eu tenho só boas recordações da Umbanda.

Umbanda 100 Anos 14 por você.

Pra mim foi uma surpresa [a comemoração dos 100 anos de Umbanda], porque não tinha muita intimidade com ele [Pai André de Ogum]. Eu conheço muita gente de nome, eu não vou não casa de ninguém, porque não tenho tempo. Eu fiquei feliz, principalmente agora que nós fomos alforriados, que nós deixamos de ser seita e somos uma religião. Quer queira quer não, a pessoa tem de respeitar, e eu faço valer isso, eu não tenho vergonha de dizer que eu sou umbandista, que eu sou espiritualista. Se eu tiver que sair de baiana na rua eu vou sair, e que fale mal de mim que eu vou ganhar é dinheiro, largo processo mesmo. É muito bom essa comemoração pra ver se o pessoal se junta mais, espero que a cada ano a gente comemore mais.

Umbanda 100 Anos 09 por você.

15 thoughts on “COMEMORAÇÃO DOS 100 ANOS DE UMBANDA — AMIGOS UMBANDISTAS DO ESTADO DO AMAZONAS

  1. Julio,
    você pode ligar para a Mãe Neura nos números:
    (92)9983-4374 / 9145-2056
    Com certeza ela o receberá com alegria e amizade como recebe a todos que a procuram. Você que já a conhece sabe disso…
    Axé!

  2. Mouro em João Pessoa – PB, sou a pouco tempo da Umbanda, e gostei muito das fotos exposta, vou centar meu santo (OXUM)e gostaria de saber mais de como se vestir nesta ocasiões.

  3. sou um ogan,gosto de rufar ate amanhecer o dia,umbamda e guibamda,gostei dessas fotos,ok aracati ceara

  4. não entendo, fazem divulgações tão belas mas nunca deixam os contatos dos terreiros,fones e endereços, que adianta? o minimo que poderiam fazer pelas pessoas de manaus que desejam fazer parte, os terreiros não estão abertos ao publico? grata luna

  5. A meGaLOBO RACISMO? A violência do preconceito racial no Brasil personagem (Uma negra degradada pedinte com imagem horrenda destorcida e bosalizada é a Adelaide do Programa Zorra Total, Rede Globo do ator Rodrigo Sant’Anna? Ele para a Globo e aos judeus é engraçado, mas é desgraça para nós negros afros indígenas descendentes, se nossas crianças não tivessem sendo chamadas de Adelaidinha ou filha, neta e sobrinha da ADELAIDE no pior dos sentidos, é BULLIYING infeliz e cruel criado nos laboratórios racistas do PROJAC (abrev. de Projeto Jacarepaguá, como é conhecida a Central Globo de Produção) é o centro de produção da Rede Globo que é dominado pelos judeus Arnaldo Jabor, Luciano Huck,Tiago Leifert, Pedro Bial, William Waack, William Bonner, Mônica Waldvogel, Sandra Annenberg Wolf Maya, Daniel Filho e o poderoso Ali Kamel diretor chefe responsável e autor do livro Best seller o manual segregador (A Bíblia do racismo,que ironicamente tem por titulo NÃO SOMOS RACISTA baseado e num monte de inverdades e teses racistas contra os negros afro-decendentes brasileiros) E por Maurício Sherman Nisenbaum(que Grande Otelo, Jamelão e Luis Carlos da Vila chamavam o de racista porque este e o Judeu racista Adolfo Block dono Manchete discriminavam os negros)responsável dirige o humorístico Zorra Total Foi o responsável pela criação do programa e dos programas infantis apresentados por Xuxa e Angélica, apresentadoras descobertas e lançadas por ele no seu pré-conceitos de padrão de beleza e qualidade da Manchete TV dominada por judeus,este BULLIYING NEGLIGENTE PERVERSO que nem ADOLF HITLER fez aos judeus mas os judeusionistas da TV GLOBO faz para a população negra afro-descendente brasileira isto ocorre em todo lugar do Brasil para nós não tem graça, esta desgraça de Humor,que humilha crianças é desumano para qualquer sexo, cor, raça, religião, nacionalidade etc.o pior de tudo esta degradação racista constrangedora cruel é patrocinada e apoiada por o Sr Ali KAMEL (marido da judia Patrícia Kogut jornalista do GLOBO que liderou dezenas de judeus artistas intelectuais e empresários dos 113 nomes(Contra as contra raciais) com o Senador DemóstenesTorres que foi cassado por corrupção) TV Globo esta mesma que fez anuncio constante do programa (27ª C.E. arrecada mais de R$ 10,milhões reais de CENTARROS para esmola da farsa e iludir enganando escondendo a divida ao BNDES de mais de 3 bilhões dollares dinheiro publico do Brasil ) que tem com o título ‘A Esperança é o que nos Move’, o show do “Criança Esperança” de 2012 celebrará a formação da identidade brasileira a partir da mistura de diferentes etnias) e comete o Genocídio racista imoral contra a maior parte do povo brasileiro é lamentável que os judeus se divirtam com humor e debochem do verdadeiro holocausto afro-indigena brasileiro é lamentavel que o Judeu Sergio Groisman em seu Programa Altas Horas e assim no Programa Encontro com a judia Fátima Bernardes riem e se divertem. (A atriz judia Samantha Schmütz em papel de criança no apoteótico deste estereótipo desleal e cruel se amedronta diante aquela mulher extremem ente feia) para nós negros afros brasileiros a Rede GLOBO promove incentivo preconceito raciais que humilha e choca o povo brasileiro.Taryk Al Jamahiriya. Afro-indigena brasileira da Organização Negra Nacional Quilombo – ONNQ 20/11/1970 – REQBRA Revolução Quilombolivariana do Brasil quilombonnq@bol.com.br

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