A VESPA E A SERPENTE DE ESOPO E A DIREITA

A FÁBULA

Uma vespa havia pousado na cabeça de uma serpente e a atormentava com suas picadas incessantes. A serpente, que se torcia de dor sem poder se defender, pôs a cabeça sob a roda de uma carroça levando consigo a vespa.

Que eu morra, desde que meu inimigo morra também.

A REALIDADE

O governo Lula (que não é a vespa antropomorfizada) tomou posse do Estado brasileiro em profunda crise econômica e social. Total descrédito interno e externo. Lastimável situação quanto à política exterior decorrente de suas dívidas, além da moeda nacional, o Real, desvalorizada com o dólar a quatro reais. Fome, desemprego, evasão escolar, problemas graves de saúde, falta de energia, etc. Com três anos de gestão pública, Lula transfigurou a situação deprimente, produzindo uma sociedade mais justa, com elevação da auto-estima do povo e mais respeitabilidade diante dos países desenvolvidos, subdesenvolvidos e emergentes. A direita, de todas as formas, faces expressões (que não é a serpente antropomorfizada, mas a direita humana demasiada humana brasileira), diante do novo Brasil, foi tomada por mais ódio ao governo Lula, que jamais queria vê-lo como poder, segregou doses maiores de sua pustulência conspiratória com propósito de enfraquecê-lo, caso não o depusesse.

Agora, sentindo a frustração da inglória inveja, usa todos os meios escusos para alcançar seu patológico fim. Toda enfermidade política- social que carrega seu corpo putrefato. Inclusive colocando em perigo sua própria condição de existência vil. Para tal, não importa que se auto-aniquile, contanto que o governo Lula seja também aniquilado (a cabeça sob a roda da carroça).

MORAL DA REALIDADE: A inteligência de uns revela a insignificância de outros.

2 thoughts on “A VESPA E A SERPENTE DE ESOPO E A DIREITA

  1. Certo, companheiro serpentário-vespasiano,
    o fato é que sempre se encontra “alguma” coisa, mesmo quando se diz que não encontrou nada. E, spinozeanamente falando, bons ou maus encontros. E nem sempre o que parece um bom encontro é realmente um bom encontro, e acaba diminuindo a capacidade de agir de um corpo. E nem sempre, também, o que parece um mau encontro o é, pois muitas vezes é a possibilidade de entrar numa experiência que não se assemelha à proximidade com o já-posto…
    Dá umas voltas por aí, quem sabe…

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